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4 de junho de 2020

Dez Anos em Dez Ensaios - Quanto Maior a Altura, Maior a Queda


Com a criação das primeiras estrelas por Varda, despertaram na Terra-média os Primogênitos de Ilúvatar. Quando Oromë, o Vala caçador, encontrou-os pela primeira vez, eles já tinham se separado em três grandes clãs, que mais tarde seriam chamados Vanyar, "belos elfos"; Noldor, "elfos-profundos" e Teleri, "elfos-do-mar". Oromë os chamou, em sua própria língua, de eldar, ‘o povo das estrelas’.


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27 de fevereiro de 2020

Mythos: As melhores histórias de heróis, deuses e titãs


Atualmente, a origem do universo é explicada pelo big bang, um evento isolado que fez aparecer instantaneamente toda a matéria da qual tudo e todos são feitos.

Os gregos antigos tinham uma ideia diferente. Eles diziam que tudo começou não com uma explosão, mas com o CAOS.

Será que o Caos era um deus – um ser divino – ou simplesmente um estado de inexistência? Ou seria o Caos, exatamente como a palavra é usada hoje, um tipo de bagunça terrível, como um quarto de adolescente, só que pior?

Pense no Caos como, talvez, algum tipo de grande bocejo cósmico. Como um abismo ou um vácuo que boceja, no vazio da existência.

Se o Caos fez surgir vida e substâncias do nada, ou se o Caos bocejou vida, ou se a sonhou, ou a invocou de alguma outra maneira, eu não sei. Eu não estava lá. Nem você. No entanto, de algum modo, estávamos, porque todas as partes que nos compõem hoje estavam lá. Basta dizer que os gregos achavam que foi o Caos que, com um suspiro intenso, ou um grande encolher de ombros, ou um soluço, vômito ou tosse, começou a longa cadeia da criação que terminou com pelicanos e penicilina e sapotis e sapos, leões-marinhos, leões, mar, seres humanos e narcisos e assassinato e arte e amor e confusão e morte e loucura e biscoitos.

Comprei esse livro na Black Friday ano passado, por nenhum outro motivo especial além de “está em promoção”. Melhor dizendo, eu até estava atrás de algum volume de mitologia grega para ter como referência na estante, mas o escolhido era uma edição ilustrada da Zahar escrita por Nathaniel Hawthorne (o autor de A Letra Escarlate). O livro do Stephen Fry nem tinha entrado no meu radar. Mas tudo bem, fato é que estava num preço excelente, era um livro em capa dura, eu sempre podia guardá-lo para dar de presente depois.


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28 de dezembro de 2019

A Vertigem das Listas: Mais Dez Mitos Heróicos


Ísis: Bom dia, boa tarde, boa noite, boa madrugada, ou seja lá qual for o horário de seja lá onde você estiver! Brasil, Portugal, EUA, Turquia, Cazaquistão, Austrália, Quênia, Malawi, Júpiter, Saturno… Plutão…

Se estiver conseguindo ler isso em Plutão, deve ter WiFi muito boa aí, hein?! Parabéns aos trabalhadores plutonenes…. plutônicos… plutarcos?

Enfim, enfrentando Plutão, Hades, Afrodite, Seth, Odin ou seja lá quem for, preparem-se para…


Lulu: Encrenca?

Ísis: Não, mas boa tentativa. Preparem-se para Mais Dez Mitos Heróicos!

E não, eu não bebi, só não dormi (direito) mais de 5hs nas últimas 40 e blá horas….


Lulu: Deu para perceber… E sempre bom lembrar de quando abordamos primeiro esse tema, olha o link aqui.


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29 de junho de 2019

A Vertigem das Listas: Mais Dez Vilões que Roubaram a Cena


Ísis:Olá, leitores! Estamos de volta com os mais dez de 2019. Dessa vez, voltaremos a apontar vilões! Porque alguém alguma vez disse que as histórias só são tão boas quanto os vilões… Eu não concordo 100% com isso, mas ignoremos minha opinião sobre essa ideia por hora e comecemos a lista dos (Mais) Dez Vilões que Roubaram a Cena, baseada na de Fevereiro de 2016, aqui!


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30 de março de 2019

A Vertigem das Listas: Dez (outras) Grandes Histórias de Amor


Lulu: Continuando com nosso revival de temas passados do Vertigem, hoje trago um que gostei bastante de escrever e que ficou na memória como um dos mais divertidos - e que tinha muitas outras opções que não deu então para colocar na lista. Então, é, hoje é dia de termos Dez (outras) Grandes Histórias de Amor.

Ísis, aviso por antecipação que se você escolher Romeu e Julieta, eu te deserdo.


Ísis: Mas você é mãe da Dani, não minha…. õO

Also, pergunte a qualquer um, falou em grande história de amor, pensa-se em Romeu e Julieta. Por mais que você não goste, é o básico desse tipo de lista… >.>


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1 de julho de 2018

Empilhando no Escaninho #30 (Os Links da Coruja)


Já passamos da metade do ano, e se piscar, vamos estar em dezembro... Antes disso, porém, ainda tem muita coisa para acontecer; Copa do Mundo está pela metade; agosto vai ter bienal do livro (eu vou!), outubro finalmente tem férias e também eleições... Dá cansaço só de imaginar...


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2 de junho de 2018

Empilhando no Escaninho #29 (Os Links da Coruja)


Maio foi um mês corrido, confuso e dolorido, em mais de um sentido... Chegamos agora a junho, meio do ano, e aqui ficamos de dedinhos cruzados para que as coisas fiquem um pouco mais equilibradas.


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25 de abril de 2018

Empilhando no Escaninho #28 (Os Links da Coruja)


Caminhamos para fins de abril, estou hoje me preparando mentalmente para correr no teste ergométrico e enquanto perco o fôlego só de pensar na ladeira que vão me fazer subir na esteira, vamos a alguns links que separei para compartilhar com vocês!


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27 de fevereiro de 2018

A Vertigem das Listas: Dois Mentirosos Incuráveis


Lulu: O Carnaval já passou, mas como estamos no mês da festa, escolhi um tema tangencialmente carnavalesco. Vejam bem, Carnaval é tempo de folia, de fantasias, de poder brincar e esquecer a vida real; quiçá até inventar uma nova vida, uma persona para fazer par com a máscara. Assim é que o vertigem de fevereiro traz para vocês Dois Mentirosos Incuráveis - mas, prestem atenção, não estamos a falar de psicopatas e estelionatários, mas de contadores de causos que até Deus duvida e que terminam no estilo “não sei, só sei que foi assim.


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28 de julho de 2017

A Vertigem das Listas: Sete Cavalos de Presença


Lulu: Animais estão sempre bastante presentes na ficção, e há uma miríade de fiéis companheiros que poderíamos homenagear em listas aqui no Vertigem. Decidi me restringir hoje a apenas um tipo de animal, porque se expandir demais, vamos esgotar a lista do mês e continuar jogando nomes nela… Mas acho que com isso vamos inaugurar uma leva de listas animalescas no Coruja…

Caramba, considerando que somos um zoológico, porque ainda não tínhamos feito uma lista dessas?

Enfim, o tema de julho vai para um animal que, até a invenção do carro, era nosso principal transporte terrestre. Com ele íamos à guerra, e vivíamos nos tempos de paz. Ele é sempre um fiel companheiro dos príncipes dos contos de fadas. Sim, meus caros, hoje vamos falar de Sete Cavalos de Presença!


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19 de junho de 2017

#AmericanGods || Diário de Viagem Episódio 08: Venha para Jesus


Adaptar uma história de uma mídia para outra não é uma tarefa fácil. Embora isso signifique que você já começa de pronto com uma audiência base, você precisa lidar com o fato de que essa audiência, fãs da obra original, têm expectativas. E aí você precisa responder à ansiedade desses fãs e ampliar seu público fazendo o roteiro compreensível para quem não conhece o original. American Gods, em sua primeira temporada, conseguiu fazer isso e ir mais além: permanecer fiel ao espírito do livro e ainda adicionar cenas e personagens e surpreender quem achava que já sabia tudo o que ia acontecer.


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16 de junho de 2017

#AmericanGods || Diário de Viagem Episódio 07: Uma Prece para Mad Sweeney


O ano é 1721 e Essie MacGowan atravessa o mar rumo à América num navio de prisioneiros, trazendo consigo não apenas um bebê na barriga e um passado repleto de mentiras, mas também a crença absoluta nas lendas que ouviu da avó quando ainda era criança, dos Sídhe que dançam sob os montes verdes de sua Irlanda natal até o terrível leprechaun.

O sétimo episódio de American Gods é tudo o que você não esperaria de um penúltimo episódio de temporada, uma hora inteira em que nem por um momento temos um vislumbre do nosso suposto protagonista ou se avança no roteiro para conhecermos os planos de Wednesday. Uma escolha arriscada sem dúvida, mas a série tem sido como um todo uma história de escolhas arriscadas… e acertadas. A Prayer for Mad Sweeney pode parecer não avançar muito no plot, mas nos traz tanto em explicações, não apenas de fatos relacionados à narrativa principal, mas ao caráter dos personagens…


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8 de junho de 2017

#AmericanGods || Diário de Viagem Episódio 06: Uma Revoada de Deuses


A essa altura dos acontecimentos, vou desistir de tentar só ler os capítulos correspondentes ao episódio da semana e terminar de vez minha releitura de Deuses Americanos, porque estamos nos distanciando cada vez mais do romance e, francamente? Isso é ótimo, porque significa que estamos sendo continuamente surpreendidos. O novo episódio é completamente de material novo, incluindo aí Vulcan, o deus das armas, do fogo e da metalurgia, criado especialmente para a série.


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1 de junho de 2017

#AmericanGods || Diário de Viagem Episódio 05: Um Você com Cheiro de Limão


A primeira temporada acaba e o bendito carrossel não aparece… Sério, estou obcecada em ver a cena do carrossel… mas, ok, se não chegamos ainda a House on the Rock e se mais uma vez desviamos bastante do livro (e começo a desconfiar que o carrossel talvez não aconteça nessa primeira temporada?), ainda assim, esse episódio veio repleto de alguns ótimos desenvolvimentos e explicações.

O episódio abre com mais uma das vinhetas de vinda à América, dessa vez em forma de animação, com uma tribo nômade fugindo da fome, atravessando das planícies frias da Sibéria para o Novo Mundo, trazendo consigo seu desu mamute, Nunyunnini. A cena, em forma de animação, é inspirada na travessia pelo Estreito de Bering, que é uma teoria científica bem aceita para explicar como o homem chegou às Américas, vez que, na última era do gelo, o nível do mar teria baixado, criando uma ponte natural entre a Ásia e as Américas nesse ponto, onde Rússia e Alasca quase se tocam.


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30 de maio de 2017

A Jornada do Herói - Parte V: Dando um Trato no Roteiro


Falei um bocado de Campbell, de histórias, dei vários exemplos bastante acessíveis, e agora é a hora de resumir tudo o que aprendemos e simplificar para entender como todos os estágios da jornada nos ajudam a criar uma história universal, histórias que geram empatia, com as quais somos capazes de nos identificar. Para isso, vou usar Vogler, que reduz e renomeia algumas das fases que já acompanhamos, trazendo a teoria de Campbell para o mundo dos roteiros e da cultura pop, fora da busca por significados místicos que está extremamente presente no professor.


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29 de maio de 2017

A Vertigem das Listas: Cinco Mitos Heróicos


Lulu: Maio é o mês de aniversário do Coruja, o que significa que é também o mês de escrever extensamente sobre um assunto que me seja particularmente caro ao coração - vez que escrever esses artigos especiais envolve muita pesquisa, muita leitura sobre o assunto e muita paciência para digerir tudo que tenho de estudar para escrevê-los. Esse ano, escolhi falar da Jornada do Herói e como esse tema tem tudo a ver com mitologia - da qual a estrutura narrativa descrita por Campbell é inteiramente derivada - decidi deixar como tema do vertigem Cinco Mitos Heróicos - ou, em outras palavras, cinco histórias da mitologia (ou personagens mitológicos) que sejam nossos favoritos.


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25 de maio de 2017

#AmericanGods || Diário de Viagem Episódio 04: Pesticida


Eu estava bem ansiosa para esse capítulo, porque achava que ia ter o final do capítulo 05 aqui, que é quando Shadow sobre no carrossel em House on the Rock com Wednesday, Czernobog e Mr. Nancy… Git Gone, contudo, revelou-se como um interlúdio que volta a história até antes do começo da série para nos apresentar a uma personagem que até então estivera presente de forma bastante oblíqua: Laura Moon, a esposa morta(-viva) de Shadow.


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23 de maio de 2017

A Jornada do Herói - Parte IV: Retorno


Terminada a jornada e alcançado o objetivo, é o momento de o herói voltar para casa e descansar sobre seus louros, levando consigo aquilo que ganhou/aprendeu para compartilhar com a comunidade que deixou para trás no início do caminho. Ou… quem disse que seria tão fácil assim?

Na fase do retorno, espelhamos os acontecimentos da primeira parte do ciclo, iniciando com a recusa do retorno. Afinal, o herói, no mundo extraordinário em que penetrou ao atravessar aquele primeiro limiar, foi elevado de sua posição original para um status quase divino. Considerando que há grandes possibilidades de seu retorno, em vez de ser celebrado, render-lhe o apelido de “Mad Baggins”, porque voltar? Depois de tantas aventuras, tanta adrenalina e excitação, como conseguir se reacostumar à calmaria?


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19 de maio de 2017

#AmericanGods || Diário de Viagem Episódio 03: Cabeça Cheia de Neve


É engraçado; estou na minha quarta releitura de Deuses Americanos, conheço a história quase de cor, incluindo os contos que vieram depois do romance e a série consegue e continua a me surpreender. Tinha muitas expectativas para a estreia de American Gods e muito medo de que o show terminasse por não atender a elas, mas a verdade é que a cada episódio eles conseguem se superar. Amei os dois primeiros episódios e para esse terceiro não sei nem como expressar o quanto me encantei. Parece que a cada semana eles conseguem retornar ainda mais fortes, visualmente fascinante e com um roteiro ao mesmo tempo igual e diferente ao que esperamos do livro.


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16 de maio de 2017

A Jornada do Herói - Parte III: O Caminho das Provas


Tendo atravessado o limiar, o herói se vê num mundo completamente diferente do seu, um mundo em que ele deverá passar por testes e provações para demonstrar seu valor. Esse estágio da jornada, que costuma ser o momento em que se constrói tensão dentro da narrativa e se desenvolve o caráter do herói, é chamado por Campbell de o caminho das provas. Os doze trabalhos de Hércules ou ainda a história de Psique, descendo ao Mundo Inferior sob as ordens de Afrodite para ter oportunidade de reencontrar Eros ao fim de suas tribulações, são bons exemplos dessa etapa.


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Livros, viagens, filosofia de botequim e causos da carochinha: o Coruja em Teto de Zinco Quente foi criado para ser um depósito de ideias, opiniões, debates e resmungos sobre a vida, o universo e tudo o mais.

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