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30 de abril de 2022

Desafio Retratos Literários - Ano 6


E pelo sexto ano consecutivo, tivemos por aqui o Desafio Retratos Literários!Eu sempre me empolgo pensando em como casar temas e títulos, ou como tentar fugir de escolhas óbvias - ou permiti-las em casos de favoritos.


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30 de março de 2022

Bem-vindos à sexta edição do Desafio Retratos Literários!


E estamos de volta, pelo sexto ano consecutivo, com mais uma edição do desafio Retratos Literários! Ao lado da Tatá, minha comparsa de crime (ou de leituras detetivescas, para ser mais sincera) e cabeça por trás do Randomicidades, trazemos para vocês uma novíssima lista de temas literários para fotografar durante todo o próximo mês.


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31 de maio de 2021

Desafio Retratos Literários - Ano 5


Ao longo desse mês tivemos mais uma edição do Desafio Retratos Literários, entrando já em seu quinto ano. E como, dessa vez, ele calhou de aparecer em maio, coincidiu com o aniversário do blog, o que me permitiu transformá-lo em parte da celebração. Para além disso, é sempre muito divertido ver o que outros participantes da brincadeira trouxeram para a mesa - eu realmente adoro ver as fotos de todo mundo, pego várias recomendações de leituras para as minhas listas.


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24 de abril de 2021

Desafio Retratos Literários: cinco anos de livros e fotos


Daqui mais uma semana começamos maio - também conhecido como o mês de aniversário do Coruja (entre outras coisas). Confesso que esse ano não estava com muita cabeça para celebrações, com tanta coisa acontecendo lá fora (aqui fazemos a nossa parte e continuamos a ver o mundo das janelas, sejam as reais ou as virtuais...). Mas, bem, talvez por isso mesmo tenhamos de encontrar as pequenas coisas que nos dão alegria: a essa altura, é quase uma estratégia de sobrevivência buscar um refúgio, santuário, escape para não cometer um defenestramento.


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28 de abril de 2020

Desafio Retratos Literários - ano 4


Sexta começa maio e achamos - eu e a Tábata lá do Randomicidades, parceira de aventuras - que era hora de lançarmos um novo desafio #RetratosLiterarios! Esse já é o quarto ano da brincadeira, que é uma fantástica maneira de interagirmos, conhecermos pessoas e livros e aumentar aquela lista infinita de futuras leituras...


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5 de outubro de 2019

Desafio Corujesco 2019 - Uma Releitura || Semente de Bruxa


Ele inspeciona a sala. Rostos familiares, veteranos de suas peças anteriores: esses acenam para ele com a cabeça, oferecem-lhe esboços de sorrisos. Rostos novos, inexpressivos ou apreensivos: não sabem o que esperar. Todos eles garotos perdidos, embora não sejam garotos: a idade deles varia de dezenove a quarenta e cinco. Têm muitos tons de pele: do branco ao negro, passando pelo amarelo, vermelho e marrom; são de muitas etnias. Os crimes pelos quais foram condenados são variados. A única coisa que têm em comum, além de sua condição de detentos, é o desejo de estar na trupe de arte dramática de Felix. Suas motivações, ele prevê, são variadas.

Como esse é o mês do Halloween, não tive nem dúvidas em escolher qual seria o título para esse tema do Desafio Corujesco (é, eu sei, tô atrasada com os temas anteriores, mas coisas andaram meio corridas por aqui…) assim que registrei o título: Semente de Bruxa me fez brilhar os olhinhos tão logo foi anunciado. Afinal, tratava-se de uma releitura de Shakespeare - um dos maiores escritores de língua inglesa na História - feita por Margaret Atwood - uma das mais admiradas autoras em tempos modernos. A Tempestade não é uma das minhas peças favoritas do bardo, mas outra releitura - o capítulo final da série Sandman do Gaiman - fez com que ela ganhasse um lugarzinho especial no meu coração.


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29 de maio de 2019

Desafio Corujesco 2019 - Um Livro com Protagonista Anti-herói/Vilão || O Retrato de Dorian Gray


"Todo impulso que nos esforçamos para sufocar se multiplica em nossas mentes, nos envenenando. O corpo peca uma vez, e deixa o pecado para trás porque a ação é uma forma de purificação. Nada resta senão a lembrança de um prazer, ou a volúpia de um pesar. O único modo de se livrar de uma tentação consiste em se entregar a ela.

Meu primeiro contato com Wilde foram suas peças. O humor mordaz de comédias como A Importância de ser Prudente e O Marido Ideal vão bem ao meu gosto. Ainda não li seus poemas, mas tenho curiosidade de qualquer dia me sentar para completar essa lacuna. Quanto ao único romance do autor, até cheguei a começar a leitura de O Retrato de Dorian Gray quando mais nova, mas não consegui ir adiante. Não sei dizer se foi por falta de maturidade para entender as nuances do livro ou por alguma outra razão, mas fato é que eu conhecia mais Dorian Gray por sua participação em A Liga Extraordinária que pelo livro original.


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3 de maio de 2019

Desafio Retratos Literários 2019: Seduzidos pelas Capas


Agora em abril rolou lá pelo instagram o desafio Retratos Literários, que organizo, já pelo terceiro ano, com a Tábata, do Randomicidades. Foi o mês inteiro de fotografias de livros, gente compartilhando suas leituras, comentando e trocando figurinhas. É bem divertido, tanto pelas interações e novos títulos descobertos quanto pelas tentativas de fazer algo diferente com cada foto, buscando referências de objetos e ambiente quando possível.


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30 de abril de 2019

Desafio Corujesco 2019 - Um Livro com Adaptação a ser Lançada esse Ano || Mulherzinhas


Era mesmo um lindo quadrinho, porque as irmãs estavam sentadas juntas, na penumbra daquele recesso, com sol e sombra bruxuleando sobre elas, o perfumado vento a despentear-lhes os cabelos e a refrescar-lhes as faces coradas, e toda a pequena população do bosque prosseguia com suas atividades, como se elas não fossem estranhas, mas velhas amigas. Meg estava sentada em sua almofada, costurando delicadamente com suas mãos brancas, cheia de frescor, doce como uma rosa, com seu vestido cor-de-rosa no meio do verde. Beth separava as pinhas que se acumulavam debaixo de um grande pinheiro próximo, porque fazia coisas bonitas com elas. Amy desenhava um grupo de avencas e Jo tricotava e lia em voz alta, ao mesmo tempo. Uma sombra passou pelo rosto do rapaz, ao observá-las, sentindo que devia ir embora, porque não fora convidado; mas permaneceu ali, porque sua casa lhe parecia muito solitária e aquele tranquilo grupo no bosque era extremamente atraente para seu espírito inquieto.

Embora o novo filme ainda não tenha estreado, permitindo-me comparações com o livro, escolhi Mulherzinhas para o tema do mês no Desafio Corujesco porque tinha de lê-lo de qualquer maneira para o debate do clube do livro de bolso (que também foi agora em abril). Engraçado que tinha praticamente certeza de que apenas assistira a adaptação de 1994, com Winona Ryder no papel de Jo March, mas descobri que já tinha até escrito resenha do livro cá no blog, em 2013... exceto que naquela ocasião, simplesmente detestei a história. Seis anos depois, minha reação a ela foi completamente diferente.


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1 de abril de 2019

Desafio Retratos Literários: cá estamos mais uma Vez


Pelo terceiro ano consecutivo, em parceria com a Tábata, lá do Randomicidades, lançamos o desafio Retratos Literários, uma brincadeira na qual, durante o mês de abril, posta-se na rede social de sua preferência uma foto todo dia, seguindo o tema da data e usando a hashtag #RetratosLiterários - assim eu e Tatá e todo mundo que quiser participar pode ver as postagens uns dos outros.


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20 de março de 2019

Desafio Corujesco 2019 - Um Livro sobre Música || Dreams Underfoot


I don't think the world is the way we like to think it is. I don't think it's one solid world, but many, thousands upon thousands of them--as many as there are people--because each person perceives the world in his or her own way; each lives in his or her own world. Sometimes they connect, for a moment, or more rarely, for a lifetime, but mostly we are alone, each living in our own world, suffering our small deaths.

Quando decidimos por esse tema no Desafio Corujesco, pensei com meus botões que não fazia nem ideia que título escolher para ele… e, logo em seguida, lembrei do Charles de Lint e da minha promessa pessoal de ler mais da bibliografia do autor. Como muitos dos seus personagens trabalham com música, imaginei que seria simples encontrar um título que coubesse para o desafio. De fato, lendo as sinopses, havia várias possibilidades… Então, decidi-me por Dreams Underfoot, o primeiro volume da série Newford, que é a obra mais famosa do Lint.


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14 de dezembro de 2018

Desafio Corujesco 2019


Lulu: Como de hábito, dezembro no Coruja significa a lista do Desafio Corujesco para o ano vindouro. De uns dois anos pra cá, o desafio tem sido feito em colaboração com a Tatá, do Randomicidades e claro que mantivemos a parceria esse ano!

Tatá: Apesar de eu ter falhado miseravelmente nas leituras desse ano (QUE ANO!), seguimos firme e fortes na parceria! <3 A intenção importa SIM! ;-)


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8 de agosto de 2018

Desafio Corujesco 2018 - Uma História em Tempos de Guerra || Minha Vida Fora dos Trilhos e Em Algum Lugar nas Estrelas


Nunca tinha visto ou ouvido falar de Clare Vanderpool até ela ser traduzida aqui no Brasil - e meu interesse em ler seus livros foi, de início, puramente estético: praticamente babei na capa de Em Algum Lugar nas Estrelas, fiquei quase maluca atrás dele assim que saiu a pré-venda. A Darkside tem uma tendência a criar projetos gráficos de encher os olhos para seus títulos e eles definitivamente se esmeraram nesses dois volumes da autora. Claro que aparência só não basta… Felizmente, Vanderpool não deixa nada a desejar no quesito conteúdo.


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31 de julho de 2018

Desafio Corujesco 2018 - Uma História Pós-Apocalíptica || Andróides Sonham com Ovelhas Elétricas?


"Por um longo tempo ele permaneceu fitando a coruja, que dormitava no poleiro. Mil pensamentos vieram à sua mente, pensamentos sobre a guerra, sobre os dias em que as corujas caíram do céu; lembrou-se de como, em sua infância, descobria-se que uma espécie após a outra era declarada extinta, e como isso era publicado todo dia nos jornais — raposas uma manhã, texugos na outra, até que as pessoas parassem de ler sobre os incessantes necrológios de animais (...) Ele também pensou sobre a sua necessidade em ter um animal de verdade; dentro dele uma efetiva repugnância se manifestou outra vez em relação à sua ovelha elétrica, a qual precisava manter, precisava cuidar, como se estivesse viva. A tirania de um objeto, pensou, que nem sabe que eu existo. Tal como os androides, não tem a menor capacidade de apreciar a existência do outro. Nunca tinha pensado nisso antes, a semelhança entre um animal elétrico e um andy. O animal elétrico, ponderou, poderia ser considerado uma subforma do outro, um tipo de robô enormemente inferior. Ou, ao contrário, o androide poderia ser qualificado como uma versão altamente desenvolvida e evoluída do animal de imitação. Ambos os pontos de vista o enojavam."

Ganhei esse livro de uma amiga que é tão fã de Blade Runner que até tatuou na perna o unicórnio que aparece no filme. Já fazia um tempinho que o volume estava na estante à espera, mas depois de duas excelentes experiências com PKD (os contos de Realidades Adaptadas e O Homem do Castelo Alto), não tinha como adiar mais a leitura desse clássico da ficção científica.


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2 de junho de 2018

Empilhando no Escaninho #29 (Os Links da Coruja)


Maio foi um mês corrido, confuso e dolorido, em mais de um sentido... Chegamos agora a junho, meio do ano, e aqui ficamos de dedinhos cruzados para que as coisas fiquem um pouco mais equilibradas.


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1 de junho de 2018

Desafio Corujesco 2018 - Uma História de Família || Os Maias

Carlos recordava-se bem que nessa tarde, depois da melancólica conversa com o avô, devia ele experimentar uma égua inglesa: e ao jantar não se falou senão da égua, que se chamava Sultana. E a verdade era que daí a dias tinha esquecido a mamã. Nem lhe era possível sentir por esta tragédia senão um interesse vago e como literário. Isto passara-se havia vinte e tantos anos, numa sociedade quase desaparecida. Era como o episódio histórico de uma velha crônica de família, um antepassado morto em Alcácer-Quibir,239 ou uma das suas avós dormindo num leito real. Aquilo não lhe dera uma lágrima, não lhe pusera um rubor na face. Decerto, preferiria poder orgulhar-se de sua mãe, como de uma rara e nobre flor de honra: mas não podia ficar toda a vida a amargurar-se com os seus erros. E por quê? A honra dele não dependia dos impulsos falsos ou torpes que tivera o coração dela. Pecara, morrera, acabou-se. Restava, sim, aquela ideia do pai, findando numa poça de sangue, no desespero dessa traição. Mas não conhecera seu pai: tudo o que possuía dele e da sua memória, para amar, era uma fria tela mal pintada, pendurada no quarto de vestir, representando um moço moreno, de grandes olhos, com luvas de camurça amarelas e um chicote na mão… De sua mãe não ficara nem um daguerreótipo, nem sequer um contorno a lápis. O avô tinha-lhe dito que era loura. Não sabia mais nada. Não os conhecera; não lhes dormira nos braços; nunca recebera o calor da sua ternura. Pai, mãe, eram para ele como símbolos de um culto convencional. O papá, a mamã, os seres amados, estavam ali todos — no avô.”

Eça de Queiroz foi um dos indicados deste ano para as leituras do Clube do Livro de Bolso e, não fosse tal indicação, eu talvez tivesse passado a vida sem ler nada do português. Não porque tivesse algum particular preconceito contra Eça, mas porque tem tanta coisa na minha lista de leituras, que ele nunca me chamou suficiente atenção para se tornar prioridade. Assim é que devo um agradecimento especial a turma do clube por ter eleito esse título, porque essa leitura foi um verdadeiro deleite. E ainda encaixou num dos temas do Desafio Corujesco desse ano, o que me deixou feita na vida...


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30 de abril de 2018

Retratos Literários - Um Mês de Fotografias


Tinha pensado em ir postando as fotos do desafio Retratos Literários semana a semana, como fiz ano passado, mas acabei me enrolando com outras coisas, de forma que só consegui mexer nisso já agora no fim do mês. Mas tudo bem, sem problemas, o importante é que estamos aqui!


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12 de abril de 2018

Desafio Corujesco 2018 - Uma História Oriental || Do que Eu Falo quando Eu Falo de Corrida

"Sou o tipo de sujeito que gosta de estar sozinho consigo mesmo. Para dizer de um modo mais agradável, sou o tipo de pessoa que não acha um sofrimento ficar só. Não acho que passar uma ou duas horas correndo sozinho todos os dias, sem falar com ninguém, além de passar quatro ou cinco horas sozinho em minha mesa, seja difícil nem chato. Tenho essa tendência desde que era mais novo, quando, caso tivesse escolha, preferia ficar sozinho lendo um livro ou concentrado ouvindo música a estar na companhia de alguém. Sempre fui capaz de pensar em coisas para fazer quando estou sozinho."
Como o Desafio Corujesco é um projeto em parceria com a Tatá, lá do Randomicidades, isso significa que nos dividimos em escolher metas para os meses da brincadeira. O de março - uma história oriental - foi uma das minhas indicações e eu tinha grandes planos para ele. Queria ler algum daqueles grandes clássicos russos, que de tão grandes e complexos bem poderiam servir como artilharia pesada em combate. E aí eu passaria metade da resenha comentando como a Rússia é um país tão peculiar que não se pode exatamente classificá-lo como ocidente ou oriente: eles são, simplesmente, russos.


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26 de março de 2018

Retratos Literários: um desafio fotográfico para o mês de abril

Em novembro, ano passado, eu e a Tatá, lá do Randomicidades, lançamos o Desafio Retratos Literários. Esse ano, decidimos adiantar um pouco a coisa para abril, até para aproveitar o embalo do BEDA (blog every day april/august).


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2 de março de 2018

Desafio Corujesco 2018 - Um Livro, Uma Estação || O Conto do Covarde

- Meu nome é Laddy Merridew. Eu sou um chorão. Sinto muito.

– E meu nome é Ianto Jenkins. Sou um covarde. O que é pior.
O tema desse mês para o Desafio Corujesco era ‘um livro, uma estação’. Depois de subir e descer a estante, dei-me conta de que o único livro que eu tinha com o nome de uma estação diretamente no título era Conto de Inverno, que já li e já resenhei aqui no blog (por sinal, tenho que retomar meu projeto Shakespeare…). Contudo, quando estávamos estabelecendo os temas do desafio para esse ano, deixei claro que a estação poderia estar implícita no livro, fosse no título ou na escolha da capa. Assim é que O Conto do Covarde saiu da prateleira para a leitura do desafio.


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Livros, viagens, filosofia de botequim e causos da carochinha: o Coruja em Teto de Zinco Quente foi criado para ser um depósito de ideias, opiniões, debates e resmungos sobre a vida, o universo e tudo o mais. Para saber mais, clique aqui.

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