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12 de novembro de 2020

Livros de Cabeceira para se Desconectar



Fiz agora em novembro o curso de Escrita Criativa da Sílvia Oliveira, lá do Matraqueando. Num dos módulos, que tratava de criatividade, ela falou da importância de ter livros de cabeceira: livros com que você pode se desconectar um pouco das redes, leituras leves, daquelas que você pode até abrir num capítulo de forma aleatória e ler sem perder o fio da meada.


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23 de julho de 2019

Os Quatro Amores


A afeição, como já disse, é o amor mais humilde, pois não procura impressionar. [...] Vive com coisas humildes e despojadas: pantufas e roupas velhas, piadas antigas, o batuque do rabo do cachorro dormindo no chão da cozinha, o som de uma máquina de costura, uma boneca esquecida no gramado. [...] Quando seu amigo se torna um velho amigo, todas as coisas sobre ele, que originalmente nada tinham a ver com a amizade, tornam-se familiares, e uma familiaridade querida.

Comecei a me interessar por esse livro após ler biografias de Tolkien e Lewis e ver várias referências a Os Quatro Amores - especialmente ao capítulo sobre amizade. Deixei-o na lista de desejados por um tempo, até que aproveitei uma promoção no começo do ano para comprar a bela edição em capa dura da Thomas Nelson (por sinal, eles estão relançando toda a obra de apologética do Lewis nesse projeto gráfico). O livro estava a caminho lá de casa quando viajei para Minas, para participar do VII Encontro Nacional da JASBRA e, numa das palestras, lá estava ele de novo, dessa vez com referências a Austen. Foram tantas aparições do bendito num curto espaço de tempo que foi só tirá-lo da caixa para começar a ler - e ler ‘em dupla’, num combinado com uma amiga, cada capítulo dando vez ao debate.


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29 de maio de 2018

Por Nárnia! || Parte V: Problemático e Inspirador (ou conclusões narnianas)


Eu não era exatamente uma criança - supostamente, o público alvo da obra - na época em que li As Crônicas de Nárnia pela primeira vez. Mesmo assim, a história teve um profundo apelo emocional para mim. Tinha recém-entrado na faculdade, era a caçula nas minhas duas turmas (porque eu estava fazendo dois cursos pesados ao mesmo tempo), e tinha certeza de que abocanhara mais do que conseguia mastigar. Nárnia respondia à minha necessidade de histórias, de fantasia, de conforto e de esperança.


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21 de maio de 2018

Por Nárnia! || Parte IV: Começo e Fim


Eis então que chegamos ao começo… e também ao final de nossa saga. Porque, embora cronologicamente O Sobrinho do Mago seja a primeira das crônicas narnianas, foi o penúltimo livro a ser publicado e isso faz diferença na hora de lê-lo; trata-se de uma história que entrega respostas, que explica mistérios e, embora isso seja importante para a compreensão da mecânica do mundo criado por Lewis, também resulta numa certa perda da magia da primeira descoberta, tal como ocorre em O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa.


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15 de maio de 2018

Por Nárnia! || Parte III: Reis e Rainhas de Nárnia


Ao final de O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa, os irmãos Pevensie - que cresceram e passaram anos como reis e rainhas - retornam para casa, para o mundo mundano; mas retornam do ponto em que começaram a jornada, como crianças, ainda que com memórias de uma outra vida inteira passada. Um ano mais tarde, esperando na estação de trem para seguirem para o colégio em que estudam, são repentinamente chamados de volta para Nárnia. E, para seu choque, descobrem que mais de mil anos se passaram desde que sentaram nos tronos de Cair Paravel.


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9 de maio de 2018

Por Nárnia! || Parte II: Através do Guarda-Roupa, de Desertos de Neve e Areia


O primeiro ponto a se discutir quando começamos a leitura de As Crônicas de Nárnia é a ordem pela qual se fará a leitura. De princípio, verdade seja dita, seguir uma ordem fixa é algo desnecessário, porque os sete livros que formam a saga são aventuras independentes, capazes de fazer sentido por si só. Contudo, considerando referências feitas ao longo das histórias e o impacto de certas cenas, por onde você começa pode fazer muita diferença.


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4 de maio de 2018

Por Nárnia! || Parte I: Um Mago Professor


Vez que em 2018 celebramos 120 anos do nascimento de Clive Staples Lewis - mais popularmente conhecido pelas iniciais - decidi que era tempo de adentrar o guarda-roupa e explorar sua mais famosa criação. A data oficial é novembro, mas como todos aqui sabem, maio é o aniversário do Coruja e isso significa um especial quase monográfico sobre alguma obra, autor ou personagem favorito desta que vos escreve. Somando tudo, como eu poderia resistir a fazer o especial desse ano sobre Nárnia?


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9 de dezembro de 2010

O Leão, os Valar e a Canção


Amanhã estréia A Viagem do Peregrino da Alvorada, terceiro filme da franquia e quarto livro da série As Crônicas de Nárnia. Fiquei aqui então pensando no que poderia fazer para marcar a data. Estava muito em cima para escrever um especial sobre Lewis e, de qualquer forma, tendo lido apenas os livros de Nárnia, não poderia me aprofundar muito no assunto.

Decidi então escrever um ensaio que faz tempo está cozinhando na minha cabeça, acerca das aproximações entre Nárnia e a Terra-Média, em especial no ponto da criação destes respectivos mundos numa alegoria do Gênesis bíblico.

Cara, isso dá título de tese...


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Livros, viagens, filosofia de botequim e causos da carochinha: o Coruja em Teto de Zinco Quente foi criado para ser um depósito de ideias, opiniões, debates e resmungos sobre a vida, o universo e tudo o mais. Para saber mais, clique aqui.

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