29 de junho de 2020

A Vertigem das Listas: Dez Bibliotecas que São o Paraíso


Lulu: O tema de hoje do vertigem deriva de uma famosa citação do de Jorge Luis Borges com a qual concordo integralmente: “sempre imaginei que o paraíso fosse uma espécie de biblioteca”.

Nada me parece mais perfeito que passar a eternidade numa biblioteca, sentada numa poltrona confortável, com a possibilidade de encontrar pessoas de gostos parecidos com quem conversar ao terminar aquela história fantástica, e um estoque infinito de qualquer que seja a sua bebida favorita.

(Aziraphale provavelmente seria o bibliotecário nessa hipotética situação).


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20 de junho de 2020

Livros para Ler no Inverno


Com o solstício de hoje se inicia o inverno - e como fiz um post especial para o outono, decidi manter o padrão e fazer algo para o início de cada nova estação esse ano (talvez eu continue em anos vindouros, não sei ainda; engraçado que já tinha feito isso antes, em 2015, se alguém quiser mais indicações).


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11 de junho de 2020

Dez Anos em Dez Ensaios - Segunda Estrela à Direita até o Amanhecer (ou livros infantis para não perder o rumo)


Na minha última releitura de As Crônicas de Nárnia, passei um bom tempo ruminando a dedicatória do livro, a afirmação de que “um dia você será velho o bastante para voltar a ler contos de fadas”. Desconfio de que, quando li essa frase pela primeira vez, não lhe dei a devida atenção, mas, quase vinte anos depois, ela se tornou uma citação que eu gostaria de pendurar na parede e ver todos os dias.


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10 de junho de 2020

As Intermitências da Morte: uma sátira sobre a imortalidade


Apesar de tudo, a morte que agora se está levantando da cadeira é uma imperatriz. Não deveria estar nesta gelada sala subterrânea, como se fosse uma enterrada viva, mas sim no cimo da mais alta montanha presidindo aos destinos do mundo, olhando com benevolência o rebanho humano, vendo como ele se move e agita em todas as direções sem perceber que todas elas vão dar ao mesmo destino, que um passo atrás o aproximará tanto da morte como um passo em frente, que tudo é igual a tudo porque tudo terá um único fim, esse em que uma parte de ti sempre terá de pensar e que é a marca escura da tua irremediável humanidade.

Li esse livro pela primeira vez quando ainda estava na faculdade, acho que logo na época em que ele foi publicado por aqui. Não sei dizer exatamente o que me fez ir atrás do Saramago ou desse título - desconfio que tenha sido por indicação de alguém (talvez a Régis que é muito fã do autor?) -, mas lembro de ter brigado bastante no início com o estilo “estou nem aí para pontuações” do Saramago, mas persistido por achar a história fascinante.


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4 de junho de 2020

Dez Anos em Dez Ensaios - Quanto Maior a Altura, Maior a Queda


Com a criação das primeiras estrelas por Varda, despertaram na Terra-média os Primogênitos de Ilúvatar. Quando Oromë, o Vala caçador, encontrou-os pela primeira vez, eles já tinham se separado em três grandes clãs, que mais tarde seriam chamados Vanyar, "belos elfos"; Noldor, "elfos-profundos" e Teleri, "elfos-do-mar". Oromë os chamou, em sua própria língua, de eldar, ‘o povo das estrelas’.


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2 de junho de 2020

Quando é preciso dizer o óbvio


Passei os últimos dias afastada de notícias para lidar com o luto - faz menos de uma semana que minha tia faleceu por causa do covid - e assim que voltei a me inteirar do que estava acontecendo, fiquei a me perguntar se não teria sido melhor ficar na ignorância.


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Livros, viagens, filosofia de botequim e causos da carochinha: o Coruja em Teto de Zinco Quente foi criado para ser um depósito de ideias, opiniões, debates e resmungos sobre a vida, o universo e tudo o mais. Para saber mais, clique aqui.

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