31 de março de 2018
A Vertigem das Listas: Três Personagens que Não Têm Problema em Falar a Verdade na sua Cara!

Ísis: Bem vindos! Sendo curta e grossa, o tema do mês é “Três Personagens que Não Têm Problema em Falar a Verdade na sua Cara!”
Lulu: Mas é isso mesmo, assim, direto, feito tapa na cara? Não te conheci violenta assim, Isinha... É inspirada pelo tema? Tá precisando de chocolate? XD
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30 de março de 2018
Empilhando no Escaninho #27 (Os Links da Coruja)

Março foi um mês corrido. E estranho. De forma geral, cheio de desilusões e decepções e notícias que parecem ter nos levado direto para os tempos da guerra fria - talvez até antes, direto para quando nazistas e fascistas estavam no poder. Dá até um certo frio na barriga ligar o noticiário nos últimos dias, porque a essa altura dos acontecimentos, qualquer coisa parece possível.
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26 de março de 2018
Retratos Literários: um desafio fotográfico para o mês de abril
Em novembro, ano passado, eu e a Tatá, lá do Randomicidades, lançamos o Desafio Retratos Literários. Esse ano, decidimos adiantar um pouco a coisa para abril, até para aproveitar o embalo do BEDA (blog every day april/august).
16 de março de 2018
Projeto Arda: O Mundo Começa com uma Canção

No início, era o vazio. Eru, o único, conhecido também como Ilúvatar, criou primeiro os Ainur, chamados ‘os Sagrados’. Existindo os Ainur, Eru lhes apresentou a Canção: três temas musicais a partir dos quais o Universo, e tudo o que nele existe, foi concebido.
O primeiro mote era uma sinfonia vibrante e repleta de transições; a música e seu eco “saíram para o Vazio e este não estava mais vazio”. Uma dissonância, porém, cortou-a: Melkor, que dos Ainur era aquele a quem fora concedido maiores dons de poder e conhecimento, entremeou à harmonia sua própria improvisação, de tal forma que não foi possível continuar.
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14 de março de 2018
Projeto Arda - Uma Introdução

Ano passado, quando foi anunciado que a Amazon produziria uma série inspirada em O Senhor dos Anéis, tive várias reações conflitantes - temor, expectativa e cautelosa empolgação (especialmente quando afirmaram que não seria simplesmente um remake dos filmes, mas que adaptaria histórias que ainda não tínhamos visto nas telas) -, mas meu sentimento principal, o pensamento que não me saiu da cabeça diante daquele anúncio foi “preciso reler Tolkien”.
5 de março de 2018
Sofrendo com o Menino Werther

Há muito eu estava devendo a leitura de Os Sofrimentos do Jovem Werther - é um título que está na minha lista desde que devorei Fausto, alguns meses antes de começar a faculdade. Goethe me fascinara com a história do sábio doutor e o demônio Mefistófeles e queria muito conhecer mais dele. Mais de uma década depois, peguei uma edição de bolso do Werther para afinal completar tal lacuna. Não tenho desculpas para esse atraso, além do fato de que havia muitas pilhas de livros ainda não lidos na estante..."Deus sabe quantas vezes me deito com o desejo, e até com a esperança de não mais acordar! E, no dia crástino, de manhã, abro outra vez os olhos e vejo o sol, e me sinto novamente desgraçado! Antes fosse um demente; assim lançaria a culpa sobre o tempo, sobre um terceiro, sobre uma empresa frustrada, e o fardo incomportável de meu desgosto me oprimiria menos. Mas, ai de mim! Bem sei que a culpa é inteiramente minha - a culpa? Não! A culpa, não! Basta que no meu ser se oculte a fonte das desgraças como outrora a origem dos fortúnios. Por ventura não sou o mesmo que via um paraíso a cada passo, e cujo coração abarcava um mundo delicioso? E esse coração agora é morto, dele não mais transbordam exaltações e entusiasmos, meus olhos estão secos, e os meus sentidos, sem o refrigério dulcíssimo das lágrimas, me contraem as têmporas em rugas angustiosas."
2 de março de 2018
Desafio Corujesco 2018 - Um Livro, Uma Estação || O Conto do Covarde

O tema desse mês para o Desafio Corujesco era ‘um livro, uma estação’. Depois de subir e descer a estante, dei-me conta de que o único livro que eu tinha com o nome de uma estação diretamente no título era Conto de Inverno, que já li e já resenhei aqui no blog (por sinal, tenho que retomar meu projeto Shakespeare…). Contudo, quando estávamos estabelecendo os temas do desafio para esse ano, deixei claro que a estação poderia estar implícita no livro, fosse no título ou na escolha da capa. Assim é que O Conto do Covarde saiu da prateleira para a leitura do desafio.- Meu nome é Laddy Merridew. Eu sou um chorão. Sinto muito.
– E meu nome é Ianto Jenkins. Sou um covarde. O que é pior.
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