Mostrando postagens com marcador irmãs brontë. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador irmãs brontë. Mostrar todas as postagens
23 de dezembro de 2021

A Vertigem das Listas: Dez Casais Separados


Ísis: Bem vindos ao último Vertigem! De 2021, é claro. Ano que vem tem muito mais, mas agora despedimo-nos de 2021, assim como vários personagens fictícios fizeram com seus pares em suas histórias, alguns de forma amigável, alguns nem tanto; alguns de forma permanente, e alguns não conseguiram manter-se apartados. Assim, no último Vertigem desse ano, listaremos Dez Casais Separados (Mesmo que Tenham Voltado Depois). Vale divórcio, separação, briga, tramóias, mal-entendidos etc, desde que dure um tempo razoável. E avisamos desde já, vêm muitos spoilers nessa lista!!!


____________________________________

 
30 de agosto de 2020

A Vertigem das Listas: Dez Jovens Heroínas nas Quais se Inspirar


Lulu: Estava outro dia pensando em personagens que servem como modelo de conduta e fonte de inspiração, como parte de um contexto maior acerca de diversidade e da importância de se enxergar nas histórias que consumimos. Esse é sempre um debate interessante, e já escrevi sobre o assunto cá no Coruja.


____________________________________

 
15 de fevereiro de 2018

Empilhando no Escaninho #26 (Os Links da Coruja)


Passei o carnaval hibernando em casa - de sexta até a quarta de cinzas, não coloquei o pé para fora de casa nem para descer até a portaria. Entre livros, pão doce, sonecas e as apresentações de patinação artística nas Olimpíadas de Inverno, foi um descanso mais que necessário para compensar o ritmo meio bizarro que meu início de ano assumiu. E, claro, nesse meio tempo também deu para acumular muitos links legais para compartilhar com vocês por aqui. Vamos à lista?


____________________________________

 
29 de setembro de 2016

Para ler: Agnes Grey

E por que ele iria se interessar pelas minhas capacidades morais e intelectuais: que importância terá para ele o que eu penso ou sinto? perguntei a mim mesma. E meu coração palpitou em resposta a essa pergunta.
Mal terminara de ler A Inquilina de Wildfell Hall, e eu já estava atrás do outro romance da mais esquecida das irmãs Brontë. Embora Jane Eyre, com sua estrutura folhetinesca e sua apaixonante intensidade ainda seja meu favorito na bibliografia da família, tenho de dizer que Anne me é a mais simpática das três - como autora e como pessoa (ao menos do que conheci da biografia dos Brontë).


____________________________________

 
26 de julho de 2016

Para ler: Imaginando Personagens

IMAGINANDO PERSONAGENS traz sete conversas sobre as principais representantes femininas da grande literatura. Byatt e Sodré cultivam, aqui, a arte da conversação literária. As autoras mostram, ainda, que na literatura em geral e particularmente no romance, existe uma importante e única forma de aprendizado. Algo intrínseco que exorta os leitores a inseri-lo no seu próprio código de valores, em sua forma de enviar e receber mensagens e trocar idéias.

Escrito em forma de debate, IMAGINANDO PERSONAGENS não se limita ao estudo psicológico das autoras discutidas, mas à apresentação das obras em si, suas personagens, sua evolução, sua estrutura arquetípica e seu efeito nos leitores. O resultado é uma verdadeira aula de como a literatura se apossa dos leitores, os nutre e, muitas vezes, transforma suas vidas.
Byatt é professora e autora de romances premiados - Possessão, considerada sua obra-prima, foi um dos melhores volumes que li esse ano - e Sodré é uma psicanalista brasileira que mora há décadas na Inglaterra.

Juntas, elas exploram com profundidade o universo de algumas das mais importantes escritoras da literatura ocidental - de Jane Austen a Toni Morrison - num diálogo despretensioso, mas nem por isso menos crítico.


____________________________________

 
22 de março de 2016

Livros para Ler no Outono


O Verão (finalmente) terminou e eis que já estamos no Outono. Cá onde estou, não há uma enorme diferença na mudança da estação: continua muito quente, mas agora começou a cair chuva.

Independente do clima, contudo, o espírito da estação está valendo e como tal, hoje acordei pensando em que tipos de livros são bons de ler no Outono.

Os dias começam a se tornar mais curtos e mais frios, as flores começam a murchar, e o verde dá lugar às folhas queimadas, vermelhas e douradas. É uma época que convida à introspecção, a um espírito reflexivo.


____________________________________

 
15 de março de 2016

Para ler: A Inquilina de Wildfell Hall

"Não importa. Não há nada como enxergar o coração de uma pessoa através de seus olhos, e aprender mais sobre a altura, a largura e profundidade de sua alma em uma hora, o que levaria uma vida inteira para descobrir, se ele ou ela não quisesse revelar, ou se você não tiver discernimento para entender."
Comecei a ler esse livro logo após terminar a biografia dos Brontë de Juliet Barker – de que vou falar por aqui em alguns dias – e devo confessar que tinha muitas expectativas para ele. A primeira coisa que tenho de dizer, portanto, é que A Inquilina de Wildfell Hall fez jus a tudo o que eu esperava dele.

O segundo romance de Anne Brontë (e agora tenho de ir atrás de Agnes Grey para ler também...) já começa de maneira atípica para quem está acostumado a ler autoras do século XVIII e XIX: a história é narrada do ponto de vista não da heroína, mas do protagonista masculino, Gilbert Markham.


____________________________________

 
16 de fevereiro de 2016

Para ler: Shirley

“O amor pode desculpar qualquer coisa, exceto a maldade. A maldade mata o amor, aleija a afeição natural e, sem estima, o amor verdadeiro não pode existir.”
É curioso como esse livro, a princípio, fazia perder-me em comparações. As primeiras 50 páginas, que contam dos esforços de Robert Moore com sua fábrica, imediatamente me lembraram a incansável dedicação de Mr. Thornton, de Norte e Sul. Quando surge em cena Miss Caroline Helstone (e esse sobrenome também é familiar para quem leu o romance de Gaskell), sua imagem de quase perfeição me remeteu para Evelina. Caroline, contudo, destaca-se lá pela página 100, quando demostra admirável autoconhecimento e dá os primeiros passos para escapar do que enxerga como perigoso sentimentalismo e um amor fadado a partir seu coração. A suposta real protagonista, que dá seu nome ao título, só surge na página 138.


____________________________________

 
7 de novembro de 2015

Para ler: Villette

"Eu sofria de novo a dor que corroía a alma, longamente, por causa de uma grande expectativa. Essa cruel agonia da ruptura final; essa angústia muda e mortal, que, de uma só vez, arranca a esperança e planta a dúvida, abala a vida, enquanto a mão que comete a violência não pode ser aplacada por carícias, pois a ausência interpõe sua barreira."
Levei quase dois meses para conseguir vencer as quase seiscentas páginas de Villette. Parte da culpa é minha: comecei o livro justo na semana da mudança de apartamento e para além do caos natural que se segue mesmo após todas as caixas terem sido desocupadas – você sempre acha alguma coisa nova para arrumar e trocar de lugar – teve férias, viagem, aniversários e confraternizações. Em suma, toda vez que eu me sentava e achava que ia conseguir avançar mais que uma ou duas páginas de vez, alguém me chamava para ajudar em alguma coisa.


____________________________________

 
10 de novembro de 2014

Para ler: Jane Eyre

O coração humano tem tesouros ocultos. No segredo mantido, no silêncio selado… Os pensamentos, as esperanças, os sonhos, os prazeres… Cujo charme se romperia se revelado.
É um tanto surpreendente, considerando meus gostos literários, que eu nunca tenha lido Jane Eyre até esse ano. Eu tinha meus motivos para tanto: em parte certo despeito pelo desprezo por Jane Austen que ela demonstrou em algumas cartas e de outra parte, o temor de me ver às voltas com um novo O Morro dos Ventos Uivantes. A intensidade egoísta e irracional de Heathcliff e Catherine é algo que me deu arrepios e uma inteira bagagem de angústia e eu não ando num bom humor para protagonistas tão mesquinhos quanto os dois.

O curioso é que terminei me decidindo por desbravar os campos de Thornfield Hall por querer ler outro livro... Eu estava ansiosa para tirar da estante The Eyre Affair de Jasper Fford e acreditava com meus botões que para entender o Fford, eu precisaria primeiro ler a Brönte.


____________________________________

 
4 de junho de 2013

Desafio Literário 2013: Junho - Romance Psicológico || O Morro dos Ventos Uivantes

Ele nunca saberá como eu o amo; e não é por ele ser bonito, mas por ser mais parecido comigo do que eu própria. Seja qual for à matéria de que nossas almas são feitas, a minha e a dele são iguais.
Começo hoje com uma observação bem sincera: não consigo entender como é que vendem O Morro dos Ventos Uivantes como uma das maiores histórias de amor da literatura. Concordo bem mais com a idéia que li em algumas críticas e ensaios que esse é um livro sobre a natureza do mal; sobre o egoísmo, a inveja, a avareza, a ira; sobre todos os recônditos mais escuros que possa ter a alma humana.


____________________________________

 

Sobre

Livros, viagens, filosofia de botequim e causos da carochinha: o Coruja em Teto de Zinco Quente foi criado para ser um depósito de ideias, opiniões, debates e resmungos sobre a vida, o universo e tudo o mais. Para saber mais, clique aqui.

Cadastre seu email e receba a newsletter do blog

powered by TinyLetter

facebook

Arquivo do blog