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22 de setembro de 2015
Livros para Ler na Primavera
Amanhã começa a primavera! A estação das flores, dos piqueniques, de passarinhos cantando na janela e amor (ou feromônios, a depender do ponto de vista) no ar. Não que por aqui pelo Nordeste a gente sinta uma grande diferença, exceto pelo fato de que parou de chover toda vez que coloco o pé para fora de casa e esqueço o guarda-chuva.
(Porque a probabilidade de cair um aguaceiro é sempre maior depois que você já saiu de casa e se deixou enganar pelo céu azul sem nuvens. Sério, eu já comprovei isso cientificamente. Murphy também).
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26 de fevereiro de 2013
Clube do Livro (Fevereiro): Mrs. Dalloway
Virginia Woolf é uma escritora curiosa... eu gosto muito dos livros de ensaio dela; são sempre muito inteligentes, muito claros, com discussões muito pertinentes. Ao mesmo tempo, ela escreve romances muito densos, com aquela característica do fluxo constante de consciência que, para quem pega pela primeira vez, pode se tornar confuso. Ela é densa, e tira de situações e cenas completamente cotidianas um clima que às vezes parece sufocante. E se você não prestar atenção, nem vai perceber que existe um plot correndo, uma história e não apenas uma sucessão de fatos que parecem não ter conexão direta.Como somos uma espécie condenada, prisioneira num barco, como tudo é uma farsa de mau gosto, desempenhemos, afinal de contas, nosso papel; mitiguemos as penas dos nossos companheiros de prisão. Decoremos o calabouço com flores e almofadas; sejamos o mais corretos possível.
21 de fevereiro de 2012
Desafio Literário: Fevereiro - Nome Próprio || Orlando
Faz já algum tempo que eu estava querendo pegar alguma coisa da Virginia Woolf. Eu a conhecia dos ensaios e crítica literária (acho-a brilhante em O Leitor Comum e Um Teto Todo Seu) e de um romance curto e bem divertido - Flush, memória de um cão, que é simplesmente adorável.Pois, uma vez que a doença da leitura se instale no organismo, enfraquece-o, tornando-o presa fácil desse outro flagelo que habita no tinteiro e apodrece na pena. O infeliz dedica-se a escrever.
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Livros, viagens, filosofia de botequim e causos da carochinha: o Coruja em Teto de Zinco Quente foi criado para ser um depósito de ideias, opiniões, debates e resmungos sobre a vida, o universo e tudo o mais. Para saber mais, clique aqui.



