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15 de junho de 2012

Alguns links...

Semana corrida, já vai para a segunda quinzena do mês, metade do ano, meu deus, para onde o tempo está indo?

Tá ok, respira, inspira, respira...

Hoje tô passando aqui rapidinho para prestar contas de algumas coisas interessantes que tivemos essa semana.


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27 de julho de 2011

Forget-me-not - Capítulo 07



A Coruja


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20 de julho de 2011

Forget-me-not - Capítulo 06



A Coruja


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13 de julho de 2011

Forget-me-not - Capítulo 05



A Coruja


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6 de julho de 2011

Forget-me-not - Capítulo 04



A Coruja


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29 de junho de 2011

Forget-me-not - Capítulo 03



A Coruja


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22 de junho de 2011

Forget-me-not - Capítulo 02



A Coruja


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15 de junho de 2011

Forget-me-not - Capítulo 01



Capítulo 01
'- GRANDE OBERON! Eu matei o príncipe! – ela olhou para o rouxinol que era Mina, que também se encontrava desacordado naquele instante – E matei a princesa! Eu matei o príncipe e a princesa! EU MATEI O PRÍNCIPE E A PRINCESA! EU SOU A PIOR FADA-MADRINHA DA FACE DA TERRA!'


Já faz algumas semanas que venho falando no twitter sobre estar escrevendo uma nova história; um conto de fadas para ser exata. Alguns leitores do Coruja talvez se lembrem de que coloquei citações, reclamei das minhas próprias maluquices e de uma forma geral me diverti imensamente em criar situações extravagantes num formato que, a princípio, é bem constante.

E, se você não está sabendo nada sobre o assunto, então... bem, vai saber agora.

Forget-me-not começou a ser escrita no dia 07 de maio quando acordei às três da madrugada com a idéia da história praticamente já toda formada na cabeça. Tinha recém-acabado de ler História sem Fim e creio que este foi um dos principais motivos de ter acordado numa hora tão imprópria sendo chutada da cama pelos personagens que desfilarão por aqui ao longo do mês.

Não me lembro de ter escrito tanto num único dia, nem de ter conseguido continuar com tanta empolgação por tanto tempo. Normalmente, quando começo uma história, tenho uma idéia geral do que escrever, começo a fazê-lo, mas logo deixo o trabalho pesado um pouco de lado para poder começar a criar mil e um esquemas e quando vejo, perdi um pouco daquela inspiração inicial e tenho que me forçar a continuar baseando-me nas minhas já tradicionais listas.

Este conto foi escrito em lampejos. No último mês praticamente não consegui dar conta de outra coisa e é muito bom que as resenhas do Coruja estivessem todas adiantadas, bem como Na sua estante. Enquanto traço estas palavras, preparo na cabeça o grand-finale da história e acredito que até o final da semana conseguirei terminá-la, quando então poderei respirar fundo e voltar a me dedicar a outros projetos.

Este conto foi pensado como uma história completamente original, ainda que os personagens dela sejam originariamente do Expresso Hogwarts. A idéia era que ele fosse usado como especial de aniversário de oito anos do blog – e para quem é leitor e fã do Expresso, alguns detalhes da história ganharão um significado a mais.

No entanto, como já disse, Forget-me-not é uma história original e não uma fanfic, de forma que mesmo quem nunca pisou no Expresso antes será completamente capaz de compreender o enredo do começo ao fim.

Não posso, claro, adiantar muito sobre a própria história – deixo isso para quando escrever o “Por dentro da cabeça da Autora” ao final dela. Isso não significa, contudo, que não possa jogar um fogo de fogo na lenha da curiosidade de vocês enquanto me delicio com todas as loucuras que me passam pela cabeça ao pensar nessa história.

Escrever contos de fadas é um exercício delicioso. Dá um pouco de dor de cabeça às vezes, porque existem milhares de clichês e armadilhas em que você pode cair. Contudo, você tem extrema liberdade para criar, podendo manter a coisa simples e direta ou desenvolver inteiras mitologias e alicerces.

Contos de fadas têm uma linguagem própria, um tanto repetitiva no sentido de ser musical. São histórias para serem contadas e não apenas lidas.

Várias vezes me peguei sem fôlego enquanto escrevia este conto. Isso acontece sempre que me envolvo intimamente com uma história, a ponto de pular da cadeira em instantes de grande ansiedade. Não nego também que uma vez ou outra, enquanto imaginava qual seria a próxima surpresa que iria jogar em cima dos meus pobres personagens, comecei a valsar solta, cantarolando e sorrindo sozinha.

No final das contas, para mim, escrever não é apenas uma atividade mental, mas física também, e passional.

Seja como for, aqui eu lhes entrego o resultado final de quase um mês de insônia, olhares atravessados no meio da rua enquanto construía meus castelos no ar, e um bocado do meu coração.

Para completar, ainda tenho os maravilhos desenhos que a Dani fez para quase todos os personagens - creio que as maravilhosas ilustrações dela foram outro fator que me deixaram tão empolgada para escrever continuamente esse conto.

Quaisquer semelhanças com filmes, canções, livros e outras narrativas de trancoso não são mera coincidência. Qualquer um poderá citar de cara a inspiração provocada pela já citada História sem Fim, ou por clássicos sessão da tarde como O Feitiço de Áquila e as idéias da necessidade narrativa que Terry Pratchett milita, em especial nos livros das bruxas.

Que este seja um tributo a colcha de retalhos que foram as fábulas de minha infância.

Espero que se divirtam e emocionem tanto quanto eu me diverti e emocionei enquanto acompanhava uma fadinha atrapalhada, um duende avoado, e um príncipe e uma princesa separados por um feitiço lançado por engano, em sua longa jornada por uma Floresta viva com histórias que se cruzam e intercruzam, formando padrões de tapeçarias, imagens de sonho e pesadelo, risos e lágrimas.

E não se esqueçam de comentar porque, sabe como é, estou uma pessoa carente, vivendo dentro da minha própria cabeça por tanto tempo (é sério, quase não tive muita vida social nesse último mês). Façam uma criança feliz, para que ela possa continuar a escrever suas histórias!


A Coruja


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13 de abril de 2010

Dia Internacional do Beijo - 4 beijos para fazer seu dia feliz





Estava vagabundando pelo twitter quando descobri que hoje é o Dia Internacional do Beijo. Eu não acreditei a princípio, óbvio (que diabos... quem é que instituíria um dia internacional do beijo? A ONU? A UNESCO?), mas depois de ir ao Google, descobri que sim, é verdade. Ou, pelo menos, tem matérias sobre o assunto em um monte de blogs e sites de notícias.


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22 de fevereiro de 2010

Bits and pieces - voltando aos pequenos e sugestivos fragmentos...





Estou quase dormindo em pé... uhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa...

Ok, aproveitemos enquanto ainda tenho algum fio de consciência... Quando comecei a escrever esses mini-fragmentos de futuras, passadas e presentes histórias, foi porque estava sem inspiração e eles me ajudaram a sair do poço negro sem fundo da falta de idéias...


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29 de outubro de 2009

Por um pouco de magia...


Não sou a única a comparar o ofício de escrever a fazer mágica. Escritores são os magos da palavra, capazes de criar uma segunda realidade, suspendendo o tempo e o espaço, fazendo-nos mergulhar em suas fantasias.

Não à toa, livros são capazes de criar uma dimensão paralela que serve como portal entre mundos.

Por esse e outros motivos, eu não poderia deixar de lembrar aqui no Coruja o Dia Nacional do Livro.


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13 de outubro de 2009

Bits and pieces - Para Cathy

E lá vamos nós, como prometido. Mais cinco pequenas cenas, dessa vez escolhidos os temas pela Cathy. Não vou falar sobre os nomes por trás das cenas da série passada, porque eu entregaria com isso um plot muito importante de...

Nã vou falar. Deixo que vocês fiquem por aí se perguntando o que estou aprontando dessa vez.


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29 de setembro de 2009

Bits and pieces - a quarta leva


Lulu é pessoa que tem passado umas dez horas por dia com fones enfiados no ouvido, tornando-se assim uma potencial candidata à futura surdez.

Mas, porém, contudo, o fato de ouvir música do momento que acordo ao momento que vou me deitar - exceto quando estou em aula - tem me inspirado bastante... nem que seja só para fazer montagens.

Sem maiores comentários sobre o assunto.


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27 de setembro de 2009

Bits and pieces - a terceira leva

Estou, aparentemente, num humor mais sinistro hoje, a se considerar o que escrevi... Mesmo em minhas tentativa de humor, sai-me com personagens meios maníacas... huahuahuahua...

A bem da verdade, as cenas de hoje são mais difíceis de descobrir quem são os personagens, então vou baixar para três o número de acertos para ganhar as apostas (hohoho...). Mas não façam apenas seus chutes; comentem também, digam o que acharam das cenas... Estou sentindo falta disso.


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25 de setembro de 2009

Bits and pieces - a segunda leva...

Continuando minha cruzada pra completar as cem cenas da minha tabela de conexões, hoje tem mais cinco excertos.

A Ana acertou todos - mas é um pouco injusto oferecer um prêmio a ela, considerando que ela sabe muito mais do que os outros leitores, em termos de personagens futuros e ainda não mencionados, sendo a administradora do expresso e da amaterasu.


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24 de setembro de 2009

Exercícios de interpretação

Ando com um baita bloqueio criativo esses dias. Já me sentei duzentas vezes para escrever e, toda vez que olho a tela em branco, a única coisa em que consigo pensar é na teoria geral dos recursos.

E, venhamos e convenhamos, não há nada de muito literário em cabimento de recurso de agravo...

Decidi então fazer um exercício meio sem noção. Peguei uma palavra e saí fazendo conexões. Comecei com "amizade" que me faz pensar em "sorriso" que me faz pensar em "fotografia", que me lembra "memória" que por sua vez puxa o "tempo" que acaba em "velhice" e certa "melancolia" quando então sentimos "nostalgia" e pensamos na nossa "infância", lembramos dos "contos de fadas" e dos "amores" da princesa e do príncipe e assim por diante...


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22 de maio de 2009

Por Dentro da Cabeça da Autora: Os MacFusty

Quando criei a Mina inicialmente, não dei muito tratos à bola sobre o que fazer da família dela. Eu precisava apenas que os pais dela não estivessem no caminho para que ela pudesse aprontar à vontade (isso tem a ver com a chamada "Jornada do herói", mas falo disso outro dia).


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20 de maio de 2009

Por Dentro da Cabeça da Autora: Milady e Cão de Guarda

Esse post é uma defesa minha para todos os fãs do casal Mina/Isaac, que certamente me odiarão dentro em breve pelo que andei escrevendo dos dois.

Tenham em conta, por favor, que o epílogo de Walking Down the Aisle é uma verdadeira declaração de intenções do que tenho planejado para os dois.

Em suma, embora seja um spoiler, tudo mundo já sabe disso: Mina MacFusty e Isaac Cyan se casarão em algum lugar do futuro e terão quatro filhos charmosos como todos os MacFusty. Na verdade, Nathan, Tyr, Gwyn, Hannah e, claro, Kieran, estrelam suas próprias aventuras em vários especiais já escritos (eles são diverttidos demais para que eu pudesse deixar de aproveitar a oportunidade) que serão publicados... algum dia.

Talvez eu até fale deles um pouco por aqui e dê trechinhos para vocês lerem, especialmente aqueles em que Tyr está aprontando. Adoro Tyr...

Mas não era disso que eu estava falando. Vamos voltar ao assunto principal...

Quando Mina nasceu, eu não tinha planos românticos para ela. Ao contrário, ela estava destinada a ser uma solteirona convicta e a fugir de qualquer e todo pretendente que lhe aparecesse pela frente. Apesar disso, desde as primeiras interações dela com Isaac, eu percebi o potencial.

Isaac, contudo, não era nessa época um dos meus personagens (mais tarde, ele passou para mim) e eu tinha a impressão de que o envolvimento dele com a Adhara era mais do que aparentava à primeira vista. Por isso, não cheguei sequer a comentar a possibilidade de emprestá-lo da Luzinha para fazê-lo interesse amoroso da Mina.

Só que a Ana também percebeu as possibilidades e falou com a Lucilla, que também se empolgou. Quando eu vi, tinha sido enfiada no meio de um esquema que contava com pompons e torcida organizada para que os dois ficassem juntos.

Há quanto tempo isso aconteceu... deve fazer, pelo menos, uns três, talvez quatro anos. Quanto anos em que cozinho os dois e os leitores em banho-maria.

É, eu sei, eu sou um ser maligno e blá, blá, blá... já ouvi essa história antes. Mas estou me defendendo aqui, lembram? Então, continuemos...

O negócio é o seguinte... embora haja algo de romântica na Mina, iria contra tudo o que ela é simplesmente cair do nada nos braços do Isaac. Mesmo para o Isaac, com seu complexo de cavaleiro da armadura brilhante, não foi uma paixão à primeira vista ou coisa do tipo.


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Sobre

Livros, viagens, filosofia de botequim e causos da carochinha: o Coruja em Teto de Zinco Quente foi criado para ser um depósito de ideias, opiniões, debates e resmungos sobre a vida, o universo e tudo o mais. Para saber mais, clique aqui.

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