29 de abril de 2013

Quem Conta um Conto (Abril) || Comentários

Dé: Bem, fiquei responsável por começar os comentários do Quem Conta um Conto deste mês... então estou começando! =D

Dani: Como assim, como assim? Quem disse?? Essa bagaça aqui é de minha posse!! Que ousadia começar sem nem consultar! *rainha suplente polindo a guilhotina enfurecida*

Lulu: Oh, céus... o pior é que acho que é genético...

Dani: Filho de peixe...^.^

Ísis: Eita, eu vou dar o fora antes que me façam de Ned Stark...

Dé: Miraculosamente, desta vez eu bati os olhos no desenho e já tive a idéia para a história! Ou quase. A premissa base da história, a mãe pegando o casal de namorados no flagra, veio instantaneamente. Os detalhes eu fui colocando depois.

Ísis: Eu não tive a mesma sorte... Mas o problema não foi o desenho, foi o tema... Sério, Dani, Comédia? Eu quase pari um menino...

Lulu: Mas você sabe ser cômica quando quer, Ísis...

Dani: Ísis, qual é... você só falta transpirar risadinhas de tão engraçada que pode ser! E se esse tema te assusta, pode se preparando para os próximos. ;)

Ísis: OI?!²

Dé: O gato perseguido nem iria ser um gato, pra começo de conversa! A primeira idéia era de um guaxinim invadindo a casa da família (Ísis: KKKKKK! Tive a mesma ideia! Acho que nosso elo telepático está finalmente aparecendo!) e que o gato seria simplesmente o gato da casa... Mas pensei melhor e decidi que o gato não seria da família coisa nenhuma... e que nem existia um gato pra começo de conversa. Não acho que vai ser um spoiler muito grande se eu disser que toda a história da perseguição ao gato era uma enorme mentira, não é? E também não tenho a menor idéia se um suflê pode explodir, como coloquei na história, mas me pareceu um detalhe interessante de colocar.

E o melhor: não estendi a história por quarenta e sete páginas! Nem na idéia inicial!! \o/


Dani: Eu já tive suflê explodido em cima de mim... Não é uma experiência legal... Mas me matei de rir com o seu conto, Dé. Parece até quando eu persigo minha gata para dar banho! Impressionante como gatos podem mesmo destruir uma casa!

Lulu: Quem diabos explodiu um suflê em cima de você? Machucou? Mamãe sopra para melhorar!

Dani: Na hora machucou sim, fiquei toda queimada (santa agonia - -“). Mas no mesmo instante corri na horta de vovó e passei babosa. Não ficou nem marca. :)

Ísis: Nunca fiz suflê (aliás, nunca cozinhei muita coisa...), então não tenho experiência própria nisso... Mas já ouvi histórias de que podem explodir, sim... Só que o efeito não é tão grande.

Dani: Acho que depende do tamanho... E do amadorismo de quem faz.

Dé: Os nomes das mulheres da história foram meio que escolhidos ao acaso, sabe? Não tive critério pra escolher os nomes, propriamente ditos: só saí pensando em nomes de mulher e escolhi dois meio que ao acaso... Ao contrário do nome do rapaz! SIM, eu escolhi o nome dele única e exclusivamente por conta da piadinha sem graça! O apelido que ele deu para a namorada saiu de uma música do Alceu Valença, La belle de jour. Pensei nele quando percebi que a menina tinha olhos azuis, um detalhe que achei interessante usar.

E o que os personagens estavam fazendo? Eu REALMENTE preciso dizer o que um casal de adolescentes estavam fazendo sozinhos em casa? =P


Ísis: Eu ainda fiquei na dúvida porque, se o gato bagunçou as roupas dela, nada impedia de que algumas tivessem caído no chão, né?

Dani: Também havia pensado nisso.

Lulu: Eu me diverti bastante com seu conto, Dé, tive uma crise de risos especialmente com o comentário do ‘como o gato foi parar em cima do lustre’?

No final da história eu não tinha completa certeza se a história do gato era ou não verdade – o que você esclareceu agora – mas o que mais me impressionou foi... caramba, eles precisavam destruir a casa?


Ísis: Ah, Lu, fala sério! Sexo selvagem é o que há! XD

Dé: Quem nunca? XD São um casal jovem, Lu... Deixa eles. =P

Dani: Se seguirmos essa linha, explicaria até o suflê esparramado por todo canto! XP

Ísis: Lu, toma conta da tua filha que ela tá seguindo pelo mau caminho... E digo logo que não tenho nada a ver com isso! >.<

Lulu: ...

Ísis: Dé, eu também tive uma crise de risos, mas na parte do “demônio da Tasmânia”. O pior, li isso na minha sala de pesquisa (que é só o silêncio comunitário), já que não estava com nada do meu material de pesquisa na hora, e acho que assustei os outros pesquisadores presentes então... Oops!

A culpa é do chifrudo, já disse! XD


Lulu: Às vezes eu me sinto tentada a mandar um certo casaco branco de presente pra ti, Ísis... Um daqueles que amarra nas costas, sabe? E a máscara do Hannibal também, para completar...

Dani: Sério? Acho que a Ísis tá mais para o Coringa!

Ísis: Não tenho a mínima do que vocês estão falando... ¬__¬

*assobia inocentemente*

Bem, o meu, queria ter escrito até uma semana depois do desenho ser anunciado... e cara, a aba ficou aberta por um mês e meio! Mas toda vida que me vinha uma ideia, a palavra comédia me fazia jogá-la (a ideia) pela janela. (Oi, Lu! Entrei pro clube, enfim!)


Dé: Ela ainda tem desculpa, né Iguinha? Até onde eu sei, tu pode ser a elefanta, mas... qual o teu nível de parentesco com o Dumbo?

Ísis: Nunca fiz a árvore genealógica... É algo a se considerar...

Dani: Não entendi a relação com o coitadinho do Dumbo...

Lulu: É porque a Ísis tá querendo se jogar da janela, Dani. Eu me jogo da janela hodiernamente, mas eu tenho asas, sou uma coruja... a Ísis só se salva se for parente do Dumbo ;)

Dani: Não sei se agora tenho pena da Ísis ou do Dumbo.

Ísis: Usar a “carta Clow” da “Flutuação” (“The Flow), não serve também não? Eu tenho! XD

Continuando, em outras palavras, faltando 2-3 semanas para o prazo acabar, peguei um dos meus últimos dias de férias (porque sabia que quando as aulas começassem, aí mesmo é que eu não conseguiria me concentrar), me sentei diante do computador e me disse o seguinte: “agora você só vai comer se escrever pelo menos duas páginas”. Incrível como as ideias brotaram depois disso...

Um ponto interessante é que eu escolhi o título antes de realmente pensar na/desenvolver a história. E o lance dos “já disse” só apareceu quando eu tava terminando ela (literalmente terminando), aí voltei pra refazer algumas partes...


Dé: Por sinal, não ficou claro quem dizia isso... o gato?

Ísis: Essa é uma das surpresas... Certo, levanta a mãozinha virtual quem sacou desde o começo que o narrador é o gato (Dé: o/ Dani: o/)! Eu deixei um bocado de dicas, mas as principais se referem ao fato de que estava super escuro naquela casa e mesmo assim o narrador em primeira pessoa (ou devo dizer felino?) via tudo...

Lulu: Isso eu percebi de cara, há qualquer coisa na forma com que ele narra que faz você perceber que é o gato mesmo...

Ísis: E é aqui que vou ser honesta e dizer que fiquei com pena do cão (Dani: E aquilo era um cão? *nem quem desenhou sabe* Lulu: Particularmente, eu achei que estava mais parecido com uma hiena...), do último desenho, que deveria, na concepção original da Dani, ser o personagem central (ou, ao menos, o narrador) da história. Resolvi que não deixaria isso acontecer com o gato! Claro que não! Adoro gatos! (Lamento pelo pobre felino imaginário do conto do Dé...)

OK, agora levanta as duas mãos virtuais quem sacou que ele é um ser mágico (ou um alien, se quiserem esticar a baladeira) e é casado com a fada/bruxa/“a linda dama”!


Dé: ...

Dani: Então, né... Isso acho que só saquei agora! ^^”

Ísis: Originalmente, eu ia fazê-lo um cara normal que foi amaldiçoado, depois que ele é um animorfo (é assim que chama, né?)... por fim, resolvi que era mais legal que ele fosse um gato mágico e, por ela ser um ser mágico também, não se importaria muito com a casca.

Dé: Ele é o gato preto de Abracadabra? E só eu lembro desse filme?

Ísis: O amor não é lindo?

Eita, Dé, é o novo! LOL

Mas eu lembro... Mas não lembro do gato de Abracadabra, não; e acho que isso responde a sua pergunta...


Dani: Eita que vocês desenterraram esse!

Lulu: Então, eu me lembro do gato de Abracadabra, mas acho que o da Ísis está mais para o Salem da Sabrina XD

Agora, esse detalhe do gato ser mágico me passou despercebido... eu tive que parar e ir reler o conto agora, sabendo do novo background. Fez mais sentido – porque eu não tinha conseguido entender porque as duas crianças estavam na casa da ‘linda dama’.


Ísis: Hehe! Eu ainda pensei em dizer, passei o conto todo colocando e apagando essa parte do porquê, mas, por fim, achei mais legal deixar sem.

Lulu: Eles estavam querendo provar que ela era uma bruxa? Roubar um feitiço? Ser simplesmente um pé no saco?

Dani: Aposto na terceira.

Dé: Iguinha... vou ser honesto contigo. NÃO ENTENDI P.N. DO TEU CONTO!!!

Ísis: Esquenta, não, é proposital. Conto pra mim é algo que não termina... ou que deixa algo a ser resolvido, então...

Dani: Hã?

Lulu: Faço minhas as palavras da Dani.

Ísis: You can blame it on… Bem, a culpa é dos contos que li até hoje (brasileiros, em geral); não respondia nada e deixavam muito em aberto.

Dé: Tá, entendi que o narrador era o gato, mas do que raios o casal tinha tanto medo? Eles foram arranhados pelo gato antes, mas tinha horas que eles pareciam falar de uma terceira pessoa na casa. E o que eles foram fazer lá? Roubar alguma coisa?

Ísis: Os pobres coitados não têm a menor ideia que ela é uma bruxa (e que ela tava morrendo de se divertir com a situação, quando os percebe na casa dela)... Eles queriam era achar o gato, embora Akurou morra de medo dele, e descobrir se ele fala ou não. Tem até uma dica sobre isso.

Essa parte não está na história, mas eles o ouviram em algum passado não tão distante. O problema pé que não VIRAM claramente que vinha do gato, e, por isso, não estão tão certos... Ao mesmo tempo, não conseguem ignorar o fato porque ouviram mesmo alguma coisa que parecia ser do gato e que não era um simples miado.

Ah, sim, sobre os nomes deles: Tenko e Akurou. Tenko seria “criança/menina do céu”, mas ela é um verdadeiro demônio... E Akurou seria mais ou menos “um cara do mal”, mas o coitado é praticamente um santo em termos de personalidade. Só que tá com a irmã há tanto tempo que, para com ela, desenvolveu uma certa agressividade.

Curiosidade número três: adivinhem o nome do gato. (Essa é boa...)


Lulu: Hien?

Ísis: Boa tentativa, mas não. O nome do gato é na verdade é Milosofops Continentis, mas ele prefere ser chamado de Milorde, e a dama volta e meia o chama de Milo. XP

Lulu: Desculpa, Ísis, mas isso merece um palavrão...

PUTA QUE PARIU, como é que eu ia conseguir adivinhar ESSE nome??? Só com telepatia, filha. De onde patavinas tu tiraste esse latim????


Ísis: *bolando de rir*

Mas você LÊ meus pensamentos! Muitas vezes! E eu tinha acabado de ler alguma coisa que tinha um nome que terminava em “sofops” ou coisa assim...

OK, por fim, quem sacou que são irmãos incestuosos? >D


Lulu: Nem me passou pela cabeça perguntar...

Ísis: Tipo, não era uma questão de perguntar... eu deixei uma dica em algum ponto da história.

Dé: Tu é doente, Isis...

Ísis: Eeeeeeeeeuuuuuuuu?! Sou só uma fã de mangas, e acabei me acostumando com a ideia. Depois de ver a recorrência disso... XP

Dani: Não. Tu é mesmo doente, Ísis. ^^

Ísis: Vou sentar em cima de vocês, hein? >.<

Lulu: Ok, minha vez.

A primeira coisa que me veio à cabeça quando vi o desenho que deveria inspirar o Quem Conta um Conto desse mês foi a história de João e Maria. Não me perguntem, também não sei explicar porque fiz essa referência na minha cabeça.


Ísis: Eu sei: porque você escreveu o especial sobre contos de fada esse mês, e aí tá com esses contos na cabeça num nível mais fácil de acessar.

Dani: Valha-me Deus, que por causa desse especial também só tenho conseguido pensar em Contos de Fadas ultimamente! Esses dias cheguei a até desenhar um dos meus professores como a Chapeuzinho Vermelho.

Ísis: “Um dos” ou “uma das”?

Lulu: Boa pergunta!

Dani: “Um dos”, para vocês terem uma ideia do estrago nos meus neurônios.

Ísis: Dependendo da resposta entendo o nível a que chegaste... (e em minha defesa: PEDERASTIA4! >D

Lulu: Mas, voltando... Após encontrar minha referência no desenho, imediatamente comecei a pensar em como poderia remodelar o conto original para servir de moldura à história que eu escreveria. Problema é que pais que abandonam filhos para deixá-los morrer de fome na floresta e bruxas canibais não são elementos exatamente condutores de humor.

Dani: Depende de como se conta. E para quem. ;)

Lulu: Assim é que decidi deixar quieto os contos de fadas (Ísis: Viu?) e apenas para celebrar minha primeira fagulha de inspiração, batizei meus protagonistas de Joana e Mário (porque não tinha graça deixar tudo tão óbvio, não é verdade?).

Aliás, eu quase morri de rir quando li o conto do Dé, por causa da coincidência da escolha do nome. Se tivéssemos combinado, não teria saído tão perfeito – aliás, considerando a imaginação do Mário do Dé e algumas das referências que ele faz, eu acredito que talvez o meu Mário seja uma versão mais nova do Mário do Dé.

Faz algum sentido para vocês?


Dé: Não é que poderia ser uma possibilidade? XD

Ísis: Também ri muito quando a Jo falou o nome dele e bateu com o do Dé... E sim, fez sentido. Eu gostei da ideia.

Dani: Por curiosidade, quem seria a Jo então?

Lulu: A Jo é a Jo, ué, ela pode aparecer no meu conto e não aparecer no do Dé...

Depois disso, comecei a espremer os miolos para chegar a uma conclusão sobre os motivos dos dois estarem debaixo da cama. Mas toda idéia que eu tinha me parecia estapafúrdia, não tinha lógica alguma e logo eu as abandonava.

Foi já perto do final de março que decidi jogar tudo para o alto e, se era para dar um motivo absurdo para meus personagens, então eu daria para eles o motivo mais bizarro possível.

E foi nesse momento que Mário anunciou em minha cabeça que a irmã dele tinha sido abduzida por alienígenas.


Ísis: Quando ele declarou isso, não na introdução, mas no flashback, eu bolei de rir!

Dani: Eu adorei foi o malabarismo com lenços contaminados!

Lulu: Depois disso eu me sentei num café e em pouco mais de duas horas já tinha escrito quase metade da história. Numa segunda visita eu terminei o conto, enquanto me abarrotava de frapuccino.

Ísis: Isso explica o nome do gato...

Dé: Por sinal, me deu vontade de tomar um café...

Dani: Parece que descobri de quem herdei a obsessão por cafeína. Vou te mandar a conta do meu cardiologista, papai.

Lulu: Parte da graça dessa história, claro, é fazer a ligação dela com Na sua Estante. Quem leu meu folhetim pílula semanal provavelmente reconheceu a Júlia de cara; se não, fez a ligação quando ao telefone ela fala sobre o irmão de Beatriz (para quem não se lembra, Júlia e André, que é o irmão mais velho de Bia, tiveram um namoro na escola que não acabou muito bem; mais tarde eles se reencontraram na faculdade e Bia fazia de tudo para jogá-los juntos, até que eles decidissem que talvez não fosse uma idéia assim tão ruim tentar de novo... Já quase ao final da história, Bia está de malas prontas para fazer um intercâmbio na França... e é nesse ponto que ela faz esse telefonema para a cunhada).

Dé: Ok... eu não percebi isso! O_o

Ísis: Achei que tu fosse se conter mais um pouco antes de trazer outros personagens... Tava chutando lá pelo 4º ou 5º conto. Lulu sempre quebrando minhas expectativas...

Lulu: Bem, Ísis, tecnicamente, Jo e Mário não existiam na linha original de Na sua Estante até eu escrever esse conto. E a Júlia foi utilizada apenas de forma oblíqua, ela não foi a protagonista...

Ísis: Não influi nem contribui no fato de que tem “Na sua Estante” no meio...

Dani: Eu simplesmente ameeeei você ter usado o povo do Na sua Estante! Logo que se falou no nome da Júlia eu já reparei que ela me parecia conhecida. Mas bem que a Bia podia ter aparecido também, tô com saudades dela... ^^

Lulu: Bem, acho que a história consegue funcionar mesmo sem fazer essa referência... Eu me diverti escrevendo o Mário. Não que tenha sido particularmente fácil: tenho dificuldade em escrever em primeira pessoa e tive de revisar mais de uma vez o texto para ter certeza que não começara a escrever em terceira pessoa do nada ou se não saíra da voz do personagem. Fora que eu nunca tinha tentado antes estar na cabeça de um garoto de treze anos e peço desculpas se ficou muito inverídica a minha tentativa de fazê-lo.

Dé: Só um detalhe estranho. Quando eu via a Júlia, eu não conseguia desligar a imagem da minha irmã! Até o nome é parecido! E sim, minha irmã muda completamente de personalidade quando está namorando. =P

Lulu: Huahuahuahuahua...

Ok, Dé, isso é estranho, especialmente a se considerar que a Júlia está namorando com seu xará na história...

Comecei escrevendo o conto ouvindo medleys de filmes dos estúdios Ghibli. Lá pelas tantas a trilha mudou para uma coletânea dos 50 anos de James Bond e fiquei ouvindo ela em loop (depois de cair na gargalhada no meio de um lugar público ao me dar conta de que Nobody Does it Better do Carly Simon foi tema do 007...) até o final.


Dani: Bom, eu fiz o desenho, por incrível que pareça, à base de Chopin e Strauss. ^^ Mas na minha concepção eles dois seriam apenas amigos (na minha cabeça o rapaz era gay), ou parceiros no crime ou algo assim, que vinham espionando a moça e que se infiltravam no quarto dela para roubar alguma coisa.

Lulu: Acho então que eu fui quem chegou mais perto da sua idéia original, Dani, porque na hora que olhei para eles eu pensei ‘irmãos’ e depois acabei me decidindo por primos, não sei exatamente porque... acho que para não ficar tão obviamente ligado a João e Maria...

Ísis: Porque “primos” é mais próximo de “irmãos” que “irmãos incestuosos”, né? LOL

Lulu: Não faço a menor idéia do que pombas você está falando, até porque essa nunca foi minha intenção em nenhum momento da história. XP

Ísis: Então, que tu disseste que “primo” seria a coisa mais próxima, dentre as relações do casais nos nossos três contos, ao que a Dani imaginou (irmãos)... Só que os meus são irmãos – incestuosos, mas são – e aí eu não entendi o raciocínio. E, não, não estou puxando sardinha pra minha panela, tô só perguntando mesmo...

Lulu: Ah, sim, agora entendi... bem, o ponto é exatamente esse, seus irmãos são um casal, meus primos são só primos mesmo e têm uma relação mais fraternal parecida com a que a Dani imaginou...

Dani: E ainda acha ruim quando falamos que você é doida, doente, ou seja lá o que for, Ísis... - -“

Mas enfim, resoluções e loucuras a parte, partamos agora para o próximo desafio. Dessa vez decidi complicar um pouco mais a vida de vocês, hehe... *esfregando as mãos feito Mr. Burns*. Aqui segue o desenho desse mês e o tema: Suspense.

E só para o caso de não terem reparado, queridos, dessa vez a imagem se passa nos anos 20, ok? Divirtam-se!!


Ísis: Ai, meu pai, ainda dá tempo de eu pular fora desse barco? >.<

Lulu: Tarde demais, tarde demais...


____________________________________

 

3 comentários:

  1. Adorei os contos dessa nova “rodada” do QCC!! Mal posso esperar pelos próximos! *-------*

    No conto da Ísis, eu também tinha certas desconfianças de ser o gato o narrador da história, mas também não entendi lhufas do que eles estavam indo fazer na casa da Linda Dama e fiquei confusa em algumas partes... Com as informações adicionais, ao reler o conto, fez mais sentido. XD.

    No conto da Lu, apesar de ter lido “Na Sua Estante”, não associei de imediato a Júlia do conto à da história, mas amei isso!!! [saudades da história... *.*] E ri muito com a teoria de Mário, principalmente ao final, referindo-se ao “namorado dela ser o alienígena”.

    No conto do Dé, eu QUASE acreditei na história – eu bem sei como pode ser um gato... – até o comentário da Dona Laura – e me surpreendi que a casa ainda se encontre em pé, já que esse era um comportamento freqüente deles – e simplesmente adorei o trocadilho – posso assim dizer – com o nome dele e o jogo do Super Mario Bros.

    E bem que os Mários dos dois contos podem se tratar da mesma pessoa... XD.

    Amei a imagem e o tema desse mês!! E a época, também!!! *-----------------* Esperarei ansiosamente pelos próximos contos!!

    Beijos!!

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    Respostas
    1. Olha aí, mais alguém concorda com nossa teoria dos dois Mários serem a mesma pessoa.

      Daqui a pouco vão dizer que estamos lendo a mente um do outro, Dé!

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  2. ... podiam fazer uma aposta. vamos ver quem e quantas vezes conseguem match nomes num ano? quem ganhar tem direito de "encomendar" o tema ou o gênero do desenho seguinte? *DANI?
    (se der empate, ou combinam, ou um escolhe o tema e o outro o gênero, mas SEM combinar, nesse segundo caso)

    e sim, eu estou me APROVEITANDO dos comentarios pra fazer contos que tem sentido so dp de lidos uma 2a vez, com infos adicionais. XD
    Mas no proximo, tentarei fzr algo mas conciso, soh pelo desafio msm... sou uma pessoa complicada por natureza... ^^'''

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