15 de fevereiro de 2018

Empilhando no Escaninho #26 (Os Links da Coruja)


Passei o carnaval hibernando em casa - de sexta até a quarta de cinzas, não coloquei o pé para fora de casa nem para descer até a portaria. Entre livros, pão doce, sonecas e as apresentações de patinação artística nas Olimpíadas de Inverno, foi um descanso mais que necessário para compensar o ritmo meio bizarro que meu início de ano assumiu. E, claro, nesse meio tempo também deu para acumular muitos links legais para compartilhar com vocês por aqui. Vamos à lista?

  • Gosto de acompanhar artistas pelo tumblr - especialmente aqueles que criam histórias inteiras em cima de seus desenhos. Minha última descoberta foi o Or just avril, cujo traço me lembrou muito a Noelle Stevenson, responsável pelo divertidíssimo Nimona. Os desenhos dela são muito delicados e conseguem criar pequenos enredos usando apenas imagens, sem um balão de diálogo sequer. Adorei!


  • Continuando nas artes, achei fantástica a ideia desse rapaz de 'tolkienzar' mapas de lugares reais. Eu adoro os mapas de Tolkien - para ser sincera, adoro livros com mapas de lugares distantes, imaginários ou não. Para colocar na parede!


  • Esse ano marca o bicentenário do nascimento de Emily Brontë, a autora de O Morro dos Ventos Uivantes. Nada mais a propósito, portanto, que esse quadrinho sobre as três irmãs Brontë e suas diferentes versões de protagonistas masculinos, feito pela Kate Beaton, do absolutamente hilário site Hark, a vagrant. Concordo totalmente com a Anne e, confesso, eu fugiria desesperadamente se Heathcliff me aparecesse pela frente e viveria com o pé atrás se conhecesse Mr. Rochester, ainda que Jane Eyre seja um dos meus romances favoritos de todos os tempos...


  • Para manter no radar: todo final de ano, o The Public Domain Review publica uma lista dos autores que passam a ser domínio público no ano seguinte. Agora em 2018, entre outros nomes, entraram em domínio público as obras de Winston Churchill, Aleister Crowley e Che Guevara.

  • A BBC trouxe uma excelente reportagem sobre uma das primeiras linguagens escritas da Europa e seu local de origem, a paradisíaca Santorini. Conhecia a história de Creta, claro, considerando sua proeminência mítica com Minos, o labirinto do Minotauro e a fuga de Dédalus com seu filho, Ícaro, mas não sabia sobre essa questão da linguagem. Como se eu precisasse de mais desculpas para querer visitar a Grécia...


  • Terminando por hoje, um artigo da Signature excelente sobre como, duzentos anos depois, ainda temos lições para aprender com Frankenstein - e não apenas como enredos de escola de samba. O que me faz pensar que, provavelmente, preciso fazer mais uma releitura desse clássico...


A Coruja


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