31 de julho de 2019
A Vertigem das Listas: Mais Dez Damas Astutas

Lulu: Nos quarenta e cinco minutos do segundo tempo (porque pessoa esperta aqui esqueceu de escrever o post no início do mês e só se lembrou… ontem), estamos com o vertigem desse mês! Que lembra um dos temas que mais me divertiu escrever desde o início da coluna: damas astutas. Assim é que agora em julho trazemos Mais Dez Damas Astutas para compartilhar com vocês, tiradas diretamente da cartola… digo, da memória.
25 de julho de 2019
Desafio Corujesco 2019 - Um Livro Ambientado nos Anos 20 || A Balada do Black Tom

– Carrego um inferno dentro de mim – rosnou Black Tom. – E quando descobri que ninguém tinha compaixão por mim, quis arrancar árvores, espalhar o caos e a destruição ao meu redor e depois me sentar e desfrutar da ruína.
– Então, você é um monstro – comentou Malone.
- Fizeram de mim um monstro.
Fiquei de olho grande nesse livro desde que ele começou a aparecer em listas de prêmios literários: foi indicado ao Bram Stoker e ao Nebula em 2016, Hugo, Locus e World Fantasy em 2017, tendo vencido o Shirley Jackson na categoria novela. A Balada do Black Tom conseguiu ser um sucesso de crítica mesmo construindo sua narrativa em cima de uma das mais controversas histórias de H. P. Lovecraft, Horror em Red Hook - o que me deixou muito curiosa para conhecer a história. Assim, quando a Morro Branco anunciou a tradução dele cá no Brasil, imediatamente coloquei-o na lista de desejados.
23 de julho de 2019
Os Quatro Amores

A afeição, como já disse, é o amor mais humilde, pois não procura impressionar. [...] Vive com coisas humildes e despojadas: pantufas e roupas velhas, piadas antigas, o batuque do rabo do cachorro dormindo no chão da cozinha, o som de uma máquina de costura, uma boneca esquecida no gramado. [...] Quando seu amigo se torna um velho amigo, todas as coisas sobre ele, que originalmente nada tinham a ver com a amizade, tornam-se familiares, e uma familiaridade querida.
Comecei a me interessar por esse livro após ler biografias de Tolkien e Lewis e ver várias referências a Os Quatro Amores - especialmente ao capítulo sobre amizade. Deixei-o na lista de desejados por um tempo, até que aproveitei uma promoção no começo do ano para comprar a bela edição em capa dura da Thomas Nelson (por sinal, eles estão relançando toda a obra de apologética do Lewis nesse projeto gráfico). O livro estava a caminho lá de casa quando viajei para Minas, para participar do VII Encontro Nacional da JASBRA e, numa das palestras, lá estava ele de novo, dessa vez com referências a Austen. Foram tantas aparições do bendito num curto espaço de tempo que foi só tirá-lo da caixa para começar a ler - e ler ‘em dupla’, num combinado com uma amiga, cada capítulo dando vez ao debate.
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