30 de março de 2019

A Vertigem das Listas: Dez (outras) Grandes Histórias de Amor


Lulu: Continuando com nosso revival de temas passados do Vertigem, hoje trago um que gostei bastante de escrever e que ficou na memória como um dos mais divertidos - e que tinha muitas outras opções que não deu então para colocar na lista. Então, é, hoje é dia de termos Dez (outras) Grandes Histórias de Amor.

Ísis, aviso por antecipação que se você escolher Romeu e Julieta, eu te deserdo.


Ísis: Mas você é mãe da Dani, não minha…. õO

Also, pergunte a qualquer um, falou em grande história de amor, pensa-se em Romeu e Julieta. Por mais que você não goste, é o básico desse tipo de lista… >.>


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20 de março de 2019

Desafio Corujesco 2019 - Um Livro sobre Música || Dreams Underfoot


I don't think the world is the way we like to think it is. I don't think it's one solid world, but many, thousands upon thousands of them--as many as there are people--because each person perceives the world in his or her own way; each lives in his or her own world. Sometimes they connect, for a moment, or more rarely, for a lifetime, but mostly we are alone, each living in our own world, suffering our small deaths.

Quando decidimos por esse tema no Desafio Corujesco, pensei com meus botões que não fazia nem ideia que título escolher para ele… e, logo em seguida, lembrei do Charles de Lint e da minha promessa pessoal de ler mais da bibliografia do autor. Como muitos dos seus personagens trabalham com música, imaginei que seria simples encontrar um título que coubesse para o desafio. De fato, lendo as sinopses, havia várias possibilidades… Então, decidi-me por Dreams Underfoot, o primeiro volume da série Newford, que é a obra mais famosa do Lint.


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18 de março de 2019

To Say Nothing of the Dog (ou Como Finalmente Foi Achado o Vaso do Bispo)


Porque em torno de um ponto de crise, até mesmo a menor ação pode assumir importância desproporcional ao seu tamanho. As consequências se multiplicam e se transformam em cascata, e qualquer coisa - uma ligação telefônica perdida, uma coincidência durante um blecaute, um pedaço de papel solto, um único momento - pode ter efeitos ruinosos. O motorista do arquiduque Ferdinand faz uma curva errada para a rua Franz-Josef e inicia uma guerra mundial. O guarda-costas de Abraham Lincoln sai para fumar e destrói a paz. Hitler deixa ordens para não ser perturbado porque ele tem uma enxaqueca e descobre sobre a invasão do Dia D dezoito horas mais tarde. Um tenente não consegue marcar um telegrama "urgente" e o almirante Kimmel não é avisado do iminente ataque japonês. “Por falta de um prego, a ferradura foi perdida. Por falta de uma ferradura, o cavalo foi perdido. Por falta de um cavalo, o cavaleiro se perdeu."

Desde que tive meu primeiro contato com Connie Willis, cheguei à rápida conclusão de que queria ler tudo o que essa (incrível) mulher tinha escrito. Comecei pelos contos - cada um melhor que o outro - segui pela monta-russa emocional de O Livro do Juízo Final e no ritmo frenético de Interferências e agora cheguei a To Say Nothing of the Dog que, hilariantemente, foi o primeiro livro que o Enrique (a pessoa que abençoadamente me apresentou à obra dessa criatura) me indicou.


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10 de março de 2019

Empilhando no Escaninho #36 (Os Links da Coruja)


Estive um pouco sumida nos últimos dias, mas tenho uma boa desculpa dessa vez: fiz uma amigdalectomia no final de fevereiro e passei os últimos dias de repouso. Talvez depois eu escreva um post sobre o assunto e convide todo mundo para uma boa moela ao molho (alerta de piada interna).


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Livros, viagens, filosofia de botequim e causos da carochinha: o Coruja em Teto de Zinco Quente foi criado para ser um depósito de ideias, opiniões, debates e resmungos sobre a vida, o universo e tudo o mais.

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