30 de abril de 2018
Retratos Literários - Um Mês de Fotografias

Tinha pensado em ir postando as fotos do desafio Retratos Literários semana a semana, como fiz ano passado, mas acabei me enrolando com outras coisas, de forma que só consegui mexer nisso já agora no fim do mês. Mas tudo bem, sem problemas, o importante é que estamos aqui!
29 de abril de 2018
A Vertigem das Listas: Quatro Coisas que Estamos Procrastinando Fazer

Lulu: A lista de hoje vai ser rápida, inclusive pelas causas que levaram à escolha do tema. A falta de tempo anda brava; o acúmulo de obrigações, alto; a insônia está um negócio de lascar e por consequência passamos o dia zumbificadas. Claro que uma hora a conta chega, e aí bate o desespero, e aquele projeto que você tinha começado a fazer meses atrás, mas só andou um pouquinho? Você arranja meio de completar os 90% de trabalho nos 10% de tempo que te restam.
27 de abril de 2018
Censores em Ação: Como os Estados Influenciaram a Literatura

Foi em 2005 que descobri o historiador Robert Darnton. Sei disso porque me lembro de ler O Beijo de Lamourette quase que de uma sentada só, enquanto esperava para ser atendida por uma médica gastro. Quando olho para esse título na estante, consigo me lembrar com clareza daquela sala de espera, o vidro escuro que dava para a Conde da Boa Vista, o barulho do ar-condicionado antigo e as cadeiras não muito confortáveis. Não me lembro do rosto da médica, que a essa altura só sei que era japonesa, mas o resto ficou na memória e creio que isso se deve ao prazer que o livro me proporcionou à ocasião. Algum tempo atrás, tive chance de revisitar o autor, dessa vez com O Grande Massacre dos Gatos, que me deixou tão curiosa e interessada quanto aquele primeiro livro pelo qual o conheci. Por isso, quando vi mais um livro do autor em pré-venda no começo do ano, não tive dúvidas em metê-lo na lista de leituras. E começo de cara dizendo que Censores em Ação não me decepcionou, a despeito de todas as expectativas que tinha quando o comecei.
25 de abril de 2018
Empilhando no Escaninho #28 (Os Links da Coruja)

Caminhamos para fins de abril, estou hoje me preparando mentalmente para correr no teste ergométrico e enquanto perco o fôlego só de pensar na ladeira que vão me fazer subir na esteira, vamos a alguns links que separei para compartilhar com vocês!
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12 de abril de 2018
Desafio Corujesco 2018 - Uma História Oriental || Do que Eu Falo quando Eu Falo de Corrida

Como o Desafio Corujesco é um projeto em parceria com a Tatá, lá do Randomicidades, isso significa que nos dividimos em escolher metas para os meses da brincadeira. O de março - uma história oriental - foi uma das minhas indicações e eu tinha grandes planos para ele. Queria ler algum daqueles grandes clássicos russos, que de tão grandes e complexos bem poderiam servir como artilharia pesada em combate. E aí eu passaria metade da resenha comentando como a Rússia é um país tão peculiar que não se pode exatamente classificá-lo como ocidente ou oriente: eles são, simplesmente, russos."Sou o tipo de sujeito que gosta de estar sozinho consigo mesmo. Para dizer de um modo mais agradável, sou o tipo de pessoa que não acha um sofrimento ficar só. Não acho que passar uma ou duas horas correndo sozinho todos os dias, sem falar com ninguém, além de passar quatro ou cinco horas sozinho em minha mesa, seja difícil nem chato. Tenho essa tendência desde que era mais novo, quando, caso tivesse escolha, preferia ficar sozinho lendo um livro ou concentrado ouvindo música a estar na companhia de alguém. Sempre fui capaz de pensar em coisas para fazer quando estou sozinho."
8 de abril de 2018
Sobre Pratchett, traduções e como ler a série Discworld

Ano passado, quando Homens de Armas tinha sido anunciado pela Bertrand, lembro que houve um debate no grupo Discworld Brasil sobre qual seria a melhor tradução para o título. Para esse ano, a editora já confirmou a publicação de Soul Music e Wintersmith (além de The Long Earth, que não pertence à série Discworld) e a questão dos títulos voltou a surgir na comunidade.
1 de abril de 2018
O Golem e o Gênio: uma fábula sobre liberdade, solidão e amizade

Esse título primeiro me chamou a atenção quando foi indicado, em 2013, para o Goodreads Choice Awards. Quando foi publicado cá no Brasil, pela Darkside, o projeto gráfico fez com que eu me enamorasse ainda mais dele. Comprei ele quase que logo depois do lançamento e, em vez de começar imediatamente, no embalo de opiniões empolgadas de muita gente que eu conhecia e tinha lido… deixei-o na estante, quieto. Até cheguei a começá-lo, mas não fui além do primeiro capítulo, em meio a cansaço e uma ressaca literária violenta.A princípio, percebera apenas que se tratava de uma mulher de aspecto respeitável, que saíra sozinha na calada da noite. Era uma situação estranha, ainda que pudesse haver uma explicação. Mas ela não usava chapéu ou capa, apenas saia e blusa. E por que o observava, acompanhando cada movimento seu? Teria algum tipo de problema psicológico, ou estaria apenas perdida?
Ele chegou ao centro do cruzamento e olhou novamente para a Golem, indeciso, até perceber que ela não era humana, mas um pedaço de terra animado.
Ele ficou paralisado. O que ela seria?
Agora, ele também a olhava fixamente. Com hesitação, começou a caminhar sobre o gramado. Quando estava a poucos metros dela, a Golem enrijeceu e fez menção de se retirar. Imediatamente, ele parou. O ar em torno dela tinha um hálito de bruma e o odor de algo triste e fértil.
“O que você é?”, ele perguntou.
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