31 de dezembro de 2017
Algumas Listas de Retrospectiva (ou ainda...'Tchau, 2017')

Tradicionalmente, no fim do ano, sempre participei da Retrospectiva Literária capitaneada pelo blog Pensamento Tangencial. Esse ano, contudo, não vai ter a brincadeira. Ou, pelo menos, não da maneira como fiz em outros anos, colocando livros em categorias e tudo o mais. Em vez disso, vou juntar minha retrospectiva toda em listas, estatísticas e infográficos - porque tive o cuidado, durante 2017, de anotar certos dados para observar como e o quê ando lendo.
30 de dezembro de 2017
O Livro dos Livros Perdidos: uma história das grandes obras que você nunca vai ler

O Livro dos Livros Perdidos está já há algum tempo no meu radar: cruzei com ele em alguma lista de 'livros sobre livros' e o título imediatamente me chamou a atenção. À época, até cheguei a procurá-lo para comprar, mas ele estava esgotado e nem me toquei de ir atrás dele num sebo. Passam-se os anos e coisa de um mês atrás, ganho o bendito de presente da Angélica. Preciso dizer que comecei a ler quase imediatamente, saltando toda a fila de leituras que ainda tinha por fazer esse ano?Desde os 15 anos, quando descobriu que não havia sobrado nada das obras de Agathon — celebrado dramaturgo e amigo pessoal de Eurípides —, Stuart Kelly começou sua lista de livros perdidos. De Shakespeare a Sylvia Plath, de Homero a Hemingway, de Dante a Ezra Pound, grandes escritores produziram obras perdidas, incapazes de serem lidas. A história da literatura é também uma trajetória coberta de perdas. O LIVRO DOS LIVROS PERDIDOS é uma obra de resgate a essa memória. Em parte história detetivesca, em parte lição de história, em parte exposição, este é o primeiro guia para os “e se” da literatura que nunca foram. Com estilo que não permite abandonar a leitura, Stuart Kelly revela trabalhos desaparecidos de famosos, aplaudidos e notáveis, desde os tempos mais remotos até finais do século XX. Brilhante, irônico e singular, O LIVRO DOS LIVROS PERDIDOS conta fascinantes histórias reais por trás dos livros que só podem existir na nossa imaginação.
A Vertigem das Listas: Doze Histórias que Estamos Ansiosas por Ver em 2018

Lulu: O Vertigem das Listas de hoje traz uma lista das histórias que estamos mais ansiosas para encontrar em 2018 - no meu caso, são livros e filmes (e até uma novela!) que estão aqui anotados na agenda para ir atrás tão logo sejam lançados.
28 de dezembro de 2017
La Belle Sauvage: Enchentes, Contos de Fadas e Épicas Jornadas na volta ao mundo de Fronteiras do Universo

Não sei exatamente quando foi que li a série Fronteiras do Universo pela primeira vez, mas lembro de folhear o livro no portão, enquanto esperava a condução escolar, então isso foi ainda na década de 90. Sei que devorei os três volumes compulsivamente e tão logo terminei, queria recomeçar. Por causa de Pullman, aventurei-me a ler O Paraíso Perdido, o poema épico de Milton sobre a Queda de Lúcifer, Adão e Eva; e até me aventurei a escrever meus próprios enredos emprestando contos da mitologia judaico-cristã. Lyra e Will, a guerra pessoal de Lorde Asriel contra a Igreja e o Magisterium, a figura sedutora e manipuladora de Mrs. Coulter - tudo isso me fascinava. Ao terminar A Luneta Âmbar, eu não sabia explicar como Pullman conseguira me deixar de coração completamente partido e, ao mesmo tempo, tão satisfeita com a história.Mas o tempo não estava ajudando: a enchente consumia tudo, e a confusão era generalizada. Além disso, lorde Nugent logo se viu questionando se aquele dilúvio era inteiramente natural. Ele e seus companheiros gípcios achavam que a inundação tinha uma fonte mais estranha que o clima, pois começara a gerar ilusões e se comportar de maneira inesperada. A certo ponto, eles perderam de vista absolutamente toda a terra; era como se estivessem no oceano. Em outro ponto, Nugent teve certeza de ter visto um animal parecido com um crocodilo, ao menos tão comprido quanto o barco, a segui-los como uma sombra, sem nunca se revelar inteiramente. Certa noite, também viu luzes misteriosas se movendo abaixo da superfície, e escutou uma orquestra tocando de uma maneira que nenhum deles jamais tinha ouvido.
21 de dezembro de 2017
Licor de Dente-de-Leão e a memória daqueles dias de verão

Nos primeiros dias do verão de 1928, o jovem Douglas Spaulding se dá conta de que está vivo. É uma descoberta curiosa, especialmente a se considerar que Douglas tem 12 anos, uma idade em que (supõe-se) as pessoas não se perdem muito em devaneios filosóficos ou crises de identidade. Mas esse é um verão especial, um verão em que a vida de Douglas e das pessoas que vivem em Green Town, passarão por grandes mudanças.– Bem – disse Douglas –, vamos conversar sobre algo.
– Sobre o quê?
– Meu Deus, se você vai embora, temos 1 milhão de coisas para falar! Todas as coisas de que falaríamos no mês que vem e no outro mês! Louva-a-deus, zepelins, acrobatas, engolidores de espada!
11 de dezembro de 2017
Coruja Gourmet: Terrina de Berinjela

Faz tempo que não temos um Coruja Gourmet por aqui, não é? Mas, hei, é fim de ano, hora de pensar em todas as comidas gostosas que podemos comer nas festas e de pensar em quais serão as promessas e resoluções para o ano vindouro. E, por que não? - hora de implementar aquela brilhante ideia de finalmente aprender as artes arcanas da cozinha.
Eu continuo achando que saber temperar um prato é uma magia equivalente à incansável busca alquímica pela vida eterna. D. Mãe me diz que é uma questão de prática; eu digo que é um mistério templário. Enfim, teorias da conspiração à parte, hoje vamos descobrir como fazer uma terrina de berinjela, que a despeito do nome elegante, é um prato simples e bem completo - combina carne e salada juntos e só precisa de um arroz (ou nem isso...) para fazer um almoço (ou um jantar... um lanche da tarde... da meia-noite... tudo depende da sua fome e o quanto você gosta de berinjela...). Enfim, vamos à receita, que nessa quantidade de hoje, serve a quatro pessoas!
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coruja gourmet
culinária
6 de dezembro de 2017
Conversas sobre o Tempo: Enquanto esperamos pelo Fim do Mundo... digo, do Ano

Piscamos o olho e, ora vejam, é dezembro. Cá no hemisfério sul estamos nos acabando no calor, com nuvens esparsas e a perspectiva de que a coisa tende a piorar - afinal, o verão ainda não começou oficialmente. Fora isso, não tenho como honrar a boa máxima britânica de começar uma conversa falando sobre o tempo, porque ele não tem mudado muito nos últimos dias e ainda não estou na idade de começar a reclamar que 'os verões eram mais amenos na minha mocidade'. Enfim, pouca meteorologia hoje, mas muitas notas aleatórias para despejar por aqui.
1 de dezembro de 2017
Desafio Corujesco 2018

Chegou a época de resolver os temas do Desafio Corujesco para o ano que vem – algo que, a essa altura, já virou uma tradição do blog, não é mesmo? E, como esse ano, fizemos os temas em parceria com a Tábata, lá do Randomicidades – de forma que temos uma segunda edição do Desafio Corujesco Mistério Randômico... ou não tão misterioso, já que não estabelecemos um tema... ou talvez o tenhamos feito, porque *olha a lista de temas* vários deles são uma viagem por tempo e espaço.
Mas, hei, ler é sempre uma viagem por tempo e espaço, não é mesmo?
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