21 de maio de 2012

Dos meus contos e adaptações favoritos de Sherlock Holmes

Então que algumas pessoas escreveram comentando sobre histórias e adaptações favoritas e decidi escrever um post aleatório em minha cruzada sherlockiana para falar um pouco dos meus preferidos.

Como se eu precisasse de muita insistência para começar a fazer listas...

O próprio Doyle tinha uma lista com seus doze contos favoritos, que foi publicada junto com uma pesquisa entre os leitores para chegar a um número de dez mistérios de Holmes que encantavam os leitores.

Curiosamente, as duas listas coincidiam o primeiro lugar com A Faixa Malhada. Eu, que sou do contra, não tenho essa história na minha lista XD Mas agora, sem mais delongas, vamos ao que interessa.

Top 10 Histórias de Sherlock Holmes para a Lulu


01. Charles Augustus Milverton. Talvez seja curioso que essa história esteja em primeiro lugar na minha lista... mas eu a amo de paixão. Amo a interação de Holmes e Watson; amo a confusão que eles armam, amo o jeito que Holmes fica todo empolgado para agir do outro lado da lei. É curioso que sendo Milverton um dos vilões de Doyle mais desprezíveis e o tema da história, bastante sombrio, a história, em si, seja bem leve.
— Bem, não gosto nada disso, mas, se tem de ser, paciência. A que horas vamos?

— Você não vai — disse Holmes.

— Então você também não vai — declarei. — Dou-lhe minha palavra de honra (e jamais a quebrei, durante toda a vida) que tomarei um carro até a polícia e lá o denunciarei, a não ser que queira levar-me em sua aventura noturna.

— Você em nada poderá ajudar-me — disse Holmes.

— Como sabe? Ninguém pode prever o que vai acontecer. De qualquer maneira, minha resolução está tomada. Há outras pessoas, além de você, que têm amor-próprio e reputação.

Holmes parecera aborrecido, mas seu rosto desanuviou-se, e bateu no meu ombro.

— Bem, bem, caro amigo, vá lá, então. Compartilhamos do mesmo quarto durante anos, e seria interessante se acabássemos compartilhando a mesma cela. Sabe, Watson, confesso que sempre achei que eu poderia ser um criminoso muito eficiente! É esta a oportunidade de minha vida, nesse setor.

Holmes tirou uma pequena pasta de couro de uma gaveta, abriu-a e exibiu uma porção de instrumentos reluzentes.

— Aqui está um estojo de arrombamento, de primeira classe, com as mais modernas ferramentas. Aqui está também minha lanterna. Tudo em ordem. Tem um par de sapatos que não façam barulho?

— Tenho tênis.

— Ótimo. E máscara?

— Posso fazer uma, com seda preta.

— Vejo que tem vocação para a coisa. Muito bem: as máscaras ficam por sua conta.
A adaptação russa tem um capítulo que mostra exatamente essa aventura e eu rolei de rir com a imensa confusão que Holmes e Watson fazem entrando na casa de Milverton. Para não contar do detalhe das máscaras de Zorro. Sério mesmo que eles achavam que só com aquilo não seriam reconhecidos?

Seja como for, embora não represente o maior desafio de Holmes, Charles Augustus Milverton é meu conto favorito dos que Doyle escreveu. Eu sempre fico me rindo quando chego nesse diálogo acima. É a inteira síntese da relação de Holmes e Watson XD

Estou torcendo MUITO para que a série da BBC adapte essa história na terceira temporada...

02. The Hound of the Baskervilles. Esse é o único dos quatro romances que entra em minha lista. Eu até gosto de Um Estudo em Vermelho e O Signo dos Quatro (e francamente, prefiro ignorar O Vale do Medo, porque as contradições aí são bizarras demais...), mas como essa é uma lista de dez, não dá para entrar tudo, né?

Eu adoro o plot de Baskervilles, especialmente pela forma como ele brinca com lendas e planta engodos em seu caminho – fora que ele rendeu uma discussão das mais divertidas no Clube do Livro, com direito até a estudo de pegadas...

Na galeria de vilões de Doyle, a mente criminosa por trás do Cão nessa história está entre os meus favoritos. Sádico e manipulador, o homem é capaz de usar em seu favor geografia, superstição e uma aparência que inspira confiança.

É uma das histórias em que Watson é mais ativo também – e creio que estabeleceremos (ou talvez já o tenhamos feito) que o doutor é meu personagem favorito e eu regulo minha aprovação de quaisquer adaptações pela forma como o interpretam.

03. The Final Problem/The Empty House. Essas duas histórias são tão interligadas que mesmo tendo sido publicadas em livros diferentes e com um intervalo de uma década entre elas, é impossível não avaliá-las em conjunto.

The Final Problem nos apresentou a um dos mais icônicos vilões da literatura e The Empty House serviu como resposta ao clamor de milhares de leitores pelo mundo, pedindo pela volta de um de seus personagens mais queridos. As duas têm alguns sérios furos de roteiro - o desenvolvimento de Moriarty é muito apressado e as justificativas de Holmes sobre o porquê de ter fingido sua morte e o que fez nesse período são francamente desculpas esfarrapadas.

Apesar disso, são histórias extremamente emocionais (para os fãs de Holmes) e trazem em suas entrelinhas um milhão de possíveis interpretações – sobre Moriarty, sobre o próprio Holmes em seu trabalho com o Serviço Secreto, sobre a própria relação do detetive com Watson.

04. A Scandal in Bohemia. Porque não poderia deixar de entrar. Irene Adler é uma das mais emblemáticas personagens de Doyle e é simplesmente delicioso ver Holmes ser derrotado.

05. The Boscombe Valley Mystery. Gosto do ritmo e do clima desse conto; me faz pensar um pouco em Baskervilles… e, por algum motivo, em Indiana Jones (acho que é a cena na cripta).

06. Devil’s Foot. Adoro, adoro, adoro! Fiquei na dúvida entre colocar esse ou Os Três Garridebs, mas acabei me decidindo por Devil’s Foot - não apenas porque ele é mais um daqueles contos que mostra a faceta mais humana de Holmes, inclusive com suas falhas e seu código próprio de ética, como é um dos maiores exemplos no cânone da força de vontade de Watson.

07. The Bruce-Partington Plans. Gosto muito do Mycroft. Dos contos em que ele aparece, esse é meu favorito. A forma como a trama se desenrola também é absolutamente fantástica. A resolução, no final das contas, é simples, mas como chegamos à conclusão é que são os quinhentos.

08. The Problem of Thor Bridge. Este conto me dá arrepios. A despeito das intenções da morta, o método aqui utilizado em busca de vingança é muito interessante.

09. The Retired Colourman. É engraçado como existem casos que falam de amores complicados e crimes passionais no cânone de Holmes... Casamento, na maioria das histórias escritas por Watson, não é uma instituição lá muito benquista. Gosto desse conto por causa do assassino filho-da-mãe... e da tirada do Holmes no final sobre o dito-cujo.

10. The Adventure of the Six Napoleons. Esse conto está bem próximo de A Liga dos Cabeças Vermelhas no sentido de que uma situação absurda acaba por esconder algo bem mais prosaico. A história dos bustos, contudo, ganha na minha lista por causa da interação de Holmes com a Scotland Yard, mais especificamente, Lestrade. E porque eu morro de rir quando ele se pavoneia todo diante dos aplausos.

Das Adaptações

Do final do ano passado pra cá, eu assisti mais versões e adaptações de Holmes do que posso contar nos dedos. Não vou citar todas, porque, francamente, é muita coisa... e nem tudo vale à pena ver... mas vou tecer alguns comentários pertinentes (ou não) sobre alguns deles.

01. Se você está atrás de fidelidade, a melhor série é a Granada, com Jeremy Brett no papel de Sherlock Holmes e David Burke como Watson (embora após o hiatus, Burke tenha sido substituído por Edward Hardwick). Brett É HOLMES encarnado. Não tem como ficar muito melhor que isso.


Brett trouxe uma elegância e uma humanidade para o personagem que não vi em intérpretes anteriores. Eu adoro quando ele está implicando ou se divertindo ao lado de seu Watson – inesquecível a crise de riso dos dois no capítulo que adapta A Liga dos Cabeças Vermelhas; ou Holmes enfeitando o kit de química para o Natal, ou ciumento de suas notas de casos anteriores... e, claro, Reichenbach. Corações partidos em todo lugar quando ele aparece ao fundo quase chamando Watson ao vê-lo ruir perante sua carta de despedida.

02. A série russa das Aventuras de Sherlock Holmes e Doutor Watson, que é mais ou menos da mesma época da Granada, é bem interessante. Ela tem, em minha opinião, o Watson mais adorável de todas as adaptações, além de algumas tiradas excelentes (posso dizer que adorei o fato de que Watson corrige Holmes acerca da incapacidade de uma cobra ouvir um apito – crítica que foi feita ao Doyle quando publicada A Faixa Malhada?).


Essa adaptação também tem o Professor Moriarty mais extraordinariamente parecido com o personagem das ilustrações de Paget. Sério, você olha para um e para outro e jura que Paget se inspirou na série para desenhar o vilão. É... assustador.

03. A Case of Evil, de 2002, tem um roteiro tão cheio de furos que tenho minhas dúvidas se os escritores chegaram algum dia a LER os livros de Doyle. Francamente, eu teria parado o filme pela metade se não fosse pelo Watson. Nesse filme, ele é o legista da Scotland Yard e quando ele e Holmes se conhecem, Watson está cerrando a tampa de um crânio para começar a perícia do cérebro da vítima.


Watson é extremamente inteligente nesse filme – e um inventor também. E ele não vai com a cara de Holmes à primeira vista (serei sincera, eu também não fui com a cara desse Holmes...).

04. Assisti A Vida Privada de Sherlock Holmes quando estive em Fortaleza, em janeiro – e só porque o Gattiss disse que esse filme tinha sido uma das principais inspirações para o seriado da BBC.


Eu estava com uma expectativa absurda para ele... e fiquei completamente passada praticamente do começo. A história é... totalmente sem noção. Até o Monstro do Lago Ness aparece, junto com os sete anões!

No final das contas, coloquei de lado minhas expectativas e até me diverti. O começo, principalmente, quando o empresário da bailarina russa solta sua proposta para Holmes e ele responde com aquele ‘a bachelor, living with another bachelor...’ quase me mata engasgada de rir.

Entendi também o que Gattiss disse sobre inspiração. O Mycroft da série é claramente inspirado no de Christopher Lee, bem como a relação dos irmãos Holmes. E a forma como Irene Adler é explorada na série, eu também acho que veio daqui.

Infelizmente, o Watson do filme é um idiota.

05. Já expliquei antes que os dois filmes com Downey e Law - especialmente o Sherlock Holmes de 2009, foram o começo da minha revisão de conceitos acerca do detetive. Uma das coisas que mais gosto neles é a praticidade de Watson e a forma familiar como ele lida com Holmes.



Como o filme começa assim quase que já no meio da história, tem muita coisa que fica para a nossa imaginação - especialmente como Holmes e Watson chegaram até ali. Não temos nenhum vislumbre de uma época em que eles ainda estavam se conhecendo, agindo tentativamente em torno um do outro e isso é interessante, porque dá um outro foco à dinâmica entre os dois.

O Sherlock Holmes do Robert Downey Jr. é quase que ridiculamente apegado ao Watson e está em crise existencial porque vai ser 'abandonado' por ele. O engraçado é que embora haja o clima de 'bromance' entre os dois, ambos têm mulheres - e mulheres fortes - em suas vidas. Embora não tenha nada a ver com a Adler original, gosto da Irene do filme e fiquei desapontada por ela ter sido descartada de forma tão fácil em A Game of Shadows... e simpatizo com a Mary também.

Mas a melhor tirada dos filmes, em minha opinião, é o jogo de xadrez entre Moriarty e Holmes no segundo filme. Putz! Achei aquilo genial!

06. Jim Moriarty, da série da BBC, foi totalmente inspirado no Professor Ratigan, de As Peripécias de um Ratinho Detetive.


Ratigan é o melhor Moriarty. E tenho dito.

07. E chegando nos finalmentes... EU ADORO SHERLOCK DA BBC!!!!


Parte de minha diversão é encontrar referências obscuras (ou não tão obscuras) a contos do cânone que não estão sendo explicitamente adaptados nos capítulos ou mesmo a fatos históricos do fandom. O contador do blog de Watson ter ficado preso em 1895 ("And it is always eighteen ninety-five"), Sherlock com seu arpão no metrô (Black Peter, alguém?), Ratigan (continuo afirmando que Jim é o Ratigan!), experiências com drogas diabólicas e, é... palavras cruzadas alguém?

Mas, enfim... essa série, eu confesso, é minha adaptação favorita. Eu fiquei maluca com a primeira temporada, de coração partido com a segunda e provavelmente terminarei careca antes de sair a terceira. Fazer o quê, não é mesmo?

E vocês? Quais são seus contos e adaptações favoritas?


A Coruja


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15 comentários:

  1. Então é POR ISSO que o contador parou em 1895! E eu achando que iria ter alguma coisa a ver com algum acontecimento na 3ª temporada...

    Eu ainda li muito pouco do cânone, então minha lista de histórias favoritas é muito limitada. Mas A faixa malhada não está nela; fico com raiva porque praticamente todo mundo gosta desse conto, já eu achei bem chatinho.
    E eu me emocionei com o final de The six Napoleons! Achei tão bonitinho ver o Sherlock feliz daquele jeito, quero essa cena em algum episódio da série da BBC.

    Esta é, obviamente, a minha adaptação favorita, apesar de ter assistido pouquíssimas. O trabalho do Moffat e do Gatiss é perfeito demais, também virou a minha série preferida de todos os tempos (pelo menos por enquanto). Sobre o Cumberbatch e o Freeman eu nem falo nada, estão perfeitos. Fico procurando referências aos livros também, e até que consegui pescar um monte de coisa, que pelo jeito é pouca, na verdade. Ai, eu quero que ela dure um monte.

    Também curto os filmes da Warner, mas acho a interpretação do RDJ meio exagerada. O Holmes dele consegue ser mais irritante do que qualquer um, é incrível! E sou a do contra que não gosta dessa Irene Adler. Acho a atriz sem graça demais para essa personagem. Mas eu adoro o Watson do Law, e a química dele com o Robert é boa demais.

    O seriado de Granada pretendo ver só quando eu terminar de ler tudo, mas já vi alguns e a atuação do Brett é a melhor e nem dá para discutir isso. Dá quase medo mesmo. Só que me deixou um tantinho chateada que, pelo o que eu assisti, o Watson é meio apagadinho...

    Vou ver esse seriado russo também, não sabia dele até pouco tempo. Tem legenda em inglês por aí? >.<

    [O cometário minúsculo que eu escrevi]

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    1. Não se amofine, Liz, eu ADORO comentários grandes XD

      Pois é, a história do 1895 provavelmente vem desse poema, a linha final dele "é sempre 1895" - se bem que Starrett também escreveu outro livro, "The Private Life of Sherlock Holmes", em que fala a determinada altura: "So they still live for all that love them well: in a romantic chamber of the heart, in a nostalgic country of the mind, where it is always 1895".

      É também o ano em que foi publicado o livro "As memórias de Sherlock Holmes", que termina com a morte de Holmes e Moriarty. E é o ano, segundo Watson, em que Holmes esteve em sua 'melhor forma' - dê uma olhada no começo de 'Black Peter' para ver a citação exata.

      E assista Granada depois... você não se arrependerá. Acho que sua impressão do Watson de lá está enganada, até porque, comparado aos Watsons atuais, qualquer um é parado XD E mandei o torrent do Sherlock soviético para você por email. Depois diga o que achou!

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    2. Lizzie, no fórum tem um link que dá pra ver a série oline com legendas: http://www.sherlockbrasil.com/forum/viewtopic.php?f=5&t=195&start=10 !!!!

      Ah, no filme "A Vida Privada de Sherlock Holmes" o Mycroft É o Cfristopher Lee, não é só inspirado nele como é o prórpio. kkkk

      Adaptações que acho interessante são do Basil Rathbone, só não gosto do Watson deles. E gosto dos dois filmes do Christopher Lee como Holmes (Sim, minha gente, ele fez Holmes, além de ter feiro Sir Herry Baskervills e Mycroft Holmes).

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    3. Ah, no site do fórum no comentário anterior tb tem link para baixar a trilha sonora da série russa, em torrent.

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    4. Cara, eu surtei maravilhosamente quando descobri que o Sir Henry Baskervilles era Christopher Lee na versão de... qual era a versão? 37? Não lembro agora. O caso é que eu não reconheci ele MESMO e quando vi subir os créditos finais e bati o olho no nome dele fiquei 'oi? como assim? volta, volta! era o Lee?????'

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    5. Obrigada mesmo, Lulu! :DD
      E assistirei sim à série de Granada, com mais atenção.

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    6. Ah, sim, antes que eu me esqueça, eu sabia que o Mycroft de "Private Life" era o Christopher Lee. Quem é inspirado nele é o Mycroft do Gatiss.

      Vamos todos assistir Granada!!!!

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  2. Otima lista.

    Nas adaptações eu incluiria O Enigma da Piramede e a comedia Sherlock e Eu.

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    1. Oh, céus, esqueci do "Enigma da Pirâmide"... Realmente, deveria ter sido citada (talvez eu faça uma segunda lista depois...), marcou minha infância.

      "Sherlock e Eu" é "Without a Clue", com o Kingsley e o Caine? Muito boa! Acho que comentei sobre ela em algum outro lugar. Boa lembrança!

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  3. Eu tenho a série da Granada e digo: é assustadoramente perfeita. A atuação do Jeremy Brett é tão irrepreensivelmente hipnotizante, que ele parece ter nascido pra fazer aquilo! E quanto ao Watson, o primeiro Watson (David Burke) eu o acho excelente e a química entre eles é perfeita, o segundo Watson é razoável.

    Sherlock da BBC também é excelente!

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    1. o Brett é o Sherlock, ponto. E você concorda comigo de que o Burke é melhor. Eu acho Burke muito fofinho... e os dois conversando, rindo, fazendo graça... me sinto tão bem de ver os momentos mais leves da amizade deles...

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  4. Olá! Estou procurando em algum lugar a série russa, mas não encontro... teria como me indicar algum link onde eu possa ver ou algum torrent pra eu baixar? Obrigada!

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    1. CSM, eu não achei o link do lugar em que baixei originalmente, mas o pessoal da comunidade Sherlock Brasil, lá no facebook, está disponibilizando a série inclusive com legendas em potuguês. Dá uma vasculhada lá: http://www.facebook.com/groups/sherlockbrasil/doc/421517077885247/

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    2. Achei um torrent da série russa para baixar mas agora não acho as legendas! Alguém sabe onde posso encontrar?

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    3. Até um tempo atrás eu só encontrava as legendas em inglês, mas como já disse no comentário anterior, o grupo Sherlock Brasil do Facebook estava legendando a série em português. Procura por lá, acho que ainda não tem todos os episódios, mas eles estão andando.

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Livros, viagens, filosofia de botequim e causos da carochinha: o Coruja em Teto de Zinco Quente foi criado para ser um depósito de ideias, opiniões, debates e resmungos sobre a vida, o universo e tudo o mais.

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