30 de junho de 2010

Conversas sobre o tempo – Tempo de Chuva, de São João e Copa do Mundo...

Cheguei de viagem – embora isso seja meio óbvio, não? Fico bastante feliz de descobrir que consegui deixar os posts programados no blogger e eles foram ao ar todos direitinho.

Eu estou tão, tão feliz por amanhã já ser julho... eu finalmente arranjei tempo para respirar. Vim aqui rapidinho, só para dar notícias - mais tarde ou amanhã eu devo escrever mais extensamente. Passei essa manhã respondendo e mandando e-mails, fechando pontas soltas, organizando e pondo em dia alguns projetos...


É, não vai demorar muito até que eu tenha preenchido completamente meu mês de julho e meu tão esperado e aguardado descanso seja substituído pelas minhas próprias invencionices e quase não me sobre tempo nem para respirar...

Mas tudo bem... afinal de contas, eu simplesmente não sei ficar sem fazer nada. E esse São João foi ótimo para recuperar meu tempo de leitura – numa média de um e meio por dia, mais ou menos.

Todos eram livros pequenos e despretensiosos, do tipo que você lê de uma única sentada. E eu adorei meu tempo livre incluindo livros, frio e chocolate quente.

A vida não pode ficar muito melhor que isso... Exceto, talvez, se você adicionar um edredom enquanto assiste o nascer do sol.

Claro que nem tudo são flores e eu presenciei algumas coisas de partir o coração esses últimos dias... Mas vou falar disso, precisamente, no meu próximo post, inclusive porque preciso organizar idéias e fotos para tanto.

Antes que alguém pergunte... eu não fui para a farra junina, exceto pelo último dia, com família inteira acompanhando e só para assistir um pouco da festa na rua. Tampouco estou assistindo os jogos da Copa. Na verdade, prefiro passar a hora do jogo lendo e só saio do meu quarto quando escuto um “golllllllllllllll” para poder saber de quem foi o bendito.

Diálogo no jogo do Chile: Pai assistindo, vuvuzelas e fogos na rua à toa, Galvão ainda gritando na TV, Lulu entra na sala.

“De quem foi o gol?”

Pai olha para Lulu por cima dos óculos.

“Do Brasil.”

Lulu arqueia uma sobrancelha e cruza os braços.

“Sério? Eu não tinha percebido ainda...”

Tudo bem que eu não sou ligada em futebol, mas acho que todo o barulho do lado de fora era uma boa pista para saber pelo menos qual seleção fez o gol... Talvez eu deva continuar nos livros, ao final das contas...


A Coruja


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Livros, viagens, filosofia de botequim e causos da carochinha: o Coruja em Teto de Zinco Quente foi criado para ser um depósito de ideias, opiniões, debates e resmungos sobre a vida, o universo e tudo o mais.

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